31/12/2011

Happy new year!!!

         Nesta última postagem do ano quero louvar e agradeçer ao meu Senhor Jesus Cristo por tudo que me aconteceu este ano,agradeço pelas minhas alegrias,minhas angustias e até mesmo pelas tribulações pois nas minhas tribulações eu sei que as mãos DELE me guia e me guarda,peço perdão pelos meus pecados pois sei que o pecado me distacia do Senhor... "Esconde dos meu pecados a tua face e apaga toda aminha culpa."(Sl 51-11)
  "Não me rejeiteis para longe da tua face,não retireis de mim teu santo espírito.Devolva-me o júbilo da tua salvação,e que um epírito generoso me sustente"(Sl 51-13,15) .
        Agradeço a ti Senhor por tudo, pois tu és o Deus da minha salvação o meu grande amor, um amor tão puro, amor ágape amor incondicional,te amo não pelos teus milagres mais por quem tu és,peço Senhor que neste ano de 2012 que derrame sobre nosso país a tua misericórdia e o teu amor,peço também Senhor por todos que visitaram este blog durante este ano e os que ão de visitar que todos que entrem neste blog possam sentir a tua presença e serem tocadas,reevagelizadas  e que sejam derramadas sobre a vida dessas pessoas Senhor as tuas bençãos.
       "É bom agradeçer ao Senhor e tocar para teu nome,ó Altíssimo"(Sl.92-1,2)   
    A paz de Jesus e o amor de Maria a todos!Feliz 2012!!

08/12/2011

Imaculada Conceição de Nossa Senhora /08 de dezembro


O pecado original é uma realidade misteriosa e pouco evidente para nós enquanto comporta um prolongamento da culpa dos progenitores a todos nós. Neste dia nós o consideramos na sua conspícua exceção ou melhor no seu singular privilégio concedido a Maria, que foi dele preservada desde o primeiro instante de sua concepção, de sua existência humana. O valor doutrinal desta festividade é manifesto na prece da celebração litúrgica, que sublinha o privilégio concedido a futura Mãe de Deus: "Ó Deus, que pela Imaculada Conceição da Virgem preparaste ao teu Filho uma morada digna dele (...)", e a própria natureza deste privilégio, enquanto não subtrai Maria à Redenção universal efetuada por Cristo: "Tu que a preservaste de toda a mancha na previsão da morte do teu Filho (...)".
Antes que Pio IX com a bula Ineffabilis Deus de 1854 definisse solenemente o dogma da Imaculada Conceição, não obstante as hesitações de alguns teólogos, que podiam apelar para o próprio santo Tomás de Aquino, tinha-se chegado a um desenvolvimento não só da devoção popular para com a Imaculada mas também nas intervenções dos papas a favor desta celebração. Antes que o calendário romano incluísse a festa em 1476, esta já havia aparecido no Oriente no século sétimo, e contemporaneamente, na Itália meridional dominada pelos bizantinos.
Em 1570, Pio V publicou o novo Ofício e finalmente em 1708 Clemente XI estendeu a festa, tornando-a obrigatória, a toda a cristandade. Mas desde a origem do cristianismo Maria foi venerada pelos fiéis como a TODA SANTA. No primeiro esboço da festa litúrgica da Conceição, anterior ao século sétimo, nota-se, se não a profissão explícita da isenção da culpa original, pelo menos uma persuasão teologicamente equivalente. "Potuit, decuit, ergo fecit", havia argumentado um brilhante teólogo medieval: "Deus podia fazê-lo, convinha que o fizesse, portanto o fez." Do infinito amor de Cristo para com a Mãe, que a pré-redimiu e acumulou do Espírito Santo desde o primeiro instante da sua existência, derivou este singular privilégio, que a Igreja hoje celebra para nos fazer meditar não só sobre a inefável beleza da alma de Maria, mas também sobre a beleza de toda alma santificada pela graça redentora de Cristo.
Quatro anos após a proclamação do dogma da Imaculada Conceição, a Virgem apareceu a santa Bernadete Soubirous. Para a menina que, timidamente perguntava: "Senhora, quer ter a bondade de me dizer o seu nome?", Maria respondeu: "Eu sou a Imaculada Conceição."
Outros Santos do mesmo dia: Santo Romário,Santas Sabina, Elfrida e Edite, Beato José Maria Zabal Blasco, Beato Luís Liguda e companheiros, Beata Narcisa de Jesus Martilo y Moran.


Fonte - Livro:Relação dos Santos e Beatos da Igreja - Prof. Felipe Aquino (este livro contém apenas as relações dos Santos em ordem alfabética e por dia do ano)
Texto: Um Santo para cada dia - Mário Sgarbossa e Luigi Giovannin

06/12/2011

Vídeo “180” alcança mais de 1 milhões de visitas e provoca “milhares” de conversões à causa pró-vida

O criador do filme pró-vida “180”, que se tornou um fenômeno na internet, diz que está recebendo “milhares” de testemunhos descrevendo como a lembrança inesquecível do Holocausto no filme e os argumentos sobre o aborto convenceram os que escreveram as cartas a se opor ao aborto legalizado.

O vídeo se tornou um grande fenômeno no YouTube depois de seu lançamento em setembro, alcançando a segunda colocação entre os vídeos mais debatidos e assistidos e a terceira colocação entre os filmes favoritos do mês passado, de acordo com dados postados na página de Facebook de Pro-Life Rocks. Mais de 1 milhão de pessoas já o assistiram. Para assistir ao filme: http://www.youtube.com/watch?v=7cBA9Be9fDs
O documentário pró-vida de 33 minutos tem uma abertura com cenas perturbantes de vários jovens que não conseguem reconhecer Adolf Hitler, uma ignorância que o autor e entrevistador Ray Comfort liga à aceitação generalizada do moderno Holocausto: o aborto legalizado. Enquanto jovens adultos que são entrevistados no filme são forçados a conectar a matança legalizada de judeus com o fato de que a sociedade está aceitando a matança de bebês em gestação, eles são vistos mudando de opinião, passando a se opor ao aborto.
“Assistir ao 180 é como andar na montanha-russa — uma experiência que provoca emoções —, pois assistimos pessoas se contorcendo enquanto são colocadas num dilema moral com perguntas do tipo ‘se enterraríamos judeus vivos (algo que aconteceu na Segunda Guerra Mundial), sob a ponta de um revólver nazista’”, disse Comfort. “O filme testa o caráter para mostrar o quanto as pessoas valorizam a vida humana. Ficar ignorante do que é possivelmente a parte mais sombria da história humana inevitavelmente resultará na desvalorização da vida, e uma repetição do Holocausto”.
Comfort diz esperar que o filme “possa estar chegando até uma escola secundária perto de você”: no mês passado, entre 180.000 e 200.000 exemplares do DVD de 33 minutos foram distribuídos para as 100 mais importantes universidades dos EUA, e agora o autor, que é judeu e co-apresentador de um programa de TV, está voltando a atenção para as escolas secundárias.
Embora alguns possam fazer objeção à iniciativa de dar lição sobre o Holocausto para adolescentes da escola secundária, Comfort, que é pastor evangélico e judeu, diz que os Estados Unidos hoje precisam muito de tal educação.
“Voltei aos nossos estúdios [depois de filmar 180] com 14 entrevistas com pessoas que acham que [Hitler] era comunista, ou um ator, ou que até mesmo nunca tinham escutado o nome dele”, disse ele. “Esses jovens são um tanto ignorantes quanto ao que é possivelmente a parte mais sombria da história humana, pois o sistema de educação dos EUA os deixou na mão”.
Comfort disse que os vídeos do 180 estão “rapidamente desaparecendo das prateleiras, como se fossem sorvetes vendidos em pleno verão quente”, nas campanhas locais de doação.
Mas a coisa mais fascinante sobre 180 não é sua popularidade, mas seu impacto em audiências que são a favor do aborto, diz ele. “A coisa estupenda é que as pessoas que assistem a esse filme mudam da posição pró-aborto para a posição pró-vida”, disse Comfort. “Temos recebido milhares de e-mails de pessoas, muitas das quais mudaram enquanto estavam assistindo ao filme”.
Uma estudante de escola pública secundária na Virginia Ocidental escreveu um e-mail sobre como o 180 ajudou a mudar a mente da sala de aula inteira dela acerca do aborto. “Nesta semana passada em nossa aula de educação cívica estávamos escrevendo trabalhos didáticos sobre leis que desejávamos mudar nos EUA. Depois de assistir a esse vídeo, minha escolha é mudar as leis de aborto, e como eu desejava que fosse ilegal”, escreveu ela.
Depois que eu havia acabado de ler meu trabalho didático, surgiu um debate na aula (obviamente) sobre como é que eles achavam que o aborto deveria ser uma escolha, principalmente se o bebê está doente ou a causa da gravidez é um estupro. Mas logo que começamos a comparar essa situação com Hitler e os judeus, a mente de todos começou a mudar… Por causa do filme 180, pude mudar a opinião da minha classe inteira sobre o aborto e no final da aula, todos os 25 estudantes e meu professor haviam levantado a mão concordando que o aborto propositado deveria ser ilegal.
Outro escreveu simplesmente: “Eu costumava votar em candidatos pró-aborto. Mas nunca mais farei isso. NUNCA”.
Artigos relacionados:
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
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Propaganda abortista na Novela da Globo. Liberdade de pensar ou liberdade pra matar?

Antônio Gramsci, célebre pensador da Escola de Frankfurt, pregava já na década de 1930 um novo conceito para a implantação do socialismo em uma nação ocidental. Ele propôs que era preciso estabelecer o domínio absoluto sobre a superestrutura (arranjo composto por toda produção política, cultural, científica, artística, etc.), de maneira que este controle automaticamente levasse ao domínio da infraestrutura (bases econômicas), acuando a classe dominante, fazendo assim a revolução sem que para isso seja necessário o conflito armado. A esta operação, Gramsci chamou de Hegemonia Cultural.
Não obstante, Gramsci dava como uma das estratégias para alcançar esta hegemonia é a transformação da mídia e do show bis de meros de veiculação em reais produtores da propaganda socialista e sua agenda.

80 anos depois, vemos claramente que a Revolução Cultural proposta por Antônio Gramsci e outros pensadores da Escola de Frankfurt está em plena execução pelo mundo, no intuito de se estabelecer um novo estado totalitário global, onde as vontades de um pequeno grupo de burocratas, desconhecidos da maioria das pessoas, sem qualquer autoridade constituída pela população. Campanhas de reeducação social forçada, empregadas por agências de mídia e empresas de entretenimento em todo o mundo moldam de maneira perversa e obscura a mente das pessoas a aceitarem o errado como certo, o feio como o belo e o abominável como o excélsior.

No dia 13 de novembro de 2011, a Rede Globo de televisão, que possui cerca de 75% do mercado televisivo do Brasil, sendo esta a 5ª maior rede de televisão do mundo, veiculou em um capítulo da novela Fina Estampa, uma clara iniciativa de doutrinação das mentes menos esclarecidas sobre o problema do aborto. Na trama, um jovem cometeu o pecado contra a castidade com uma outra menina (nada foi dito também sobre isto como um erro), que a engravidou. Abaixo, segue a transcrição do diálogo que os personagens cometam sobre o ato de abortar.

***** 
Patrícia (gritando para Antenor, seu namorado): - Você não tem que resolver nada! O corpo é meu, a mãe sou eu - eu é que decido se quero tirar este filho ou não.
Antenor (Caio Castro, respondendo a Patrícia): - Eu não conto? Você decide pelos dois, estraga a minha vida?
Patrícia (gritando para Antenor): - Desaparece! Desaparece! Sai da minha frente!
René Velmont (Dalton Vigh): - Chega, Antenor! Antenor! É melhor você ir embora e no meio do caminho é bom você pensar se quer continuar estudando Medicina ou não.
Antenor: - eu não tenho nenhuma dúvida disso.
René Velmont:  - mas eu tenho.porque você devia saber que a decisão de levar adiante esta gravidez ou não cabe à Patrícia.tá?

Esta clara apologia vai contra todos os princípios éticos e legais que se há hoje no Brasil e em diversos tratados internacionais, como o Pacto de San Jose da Costa Rica, no 1º parágrafo do artigo 4º do Capítulo I, onde vemos claramente que :

"Toda pessoa tem o direito de que se respeite sua vida. Esse direito deve ser protegido pela lei e, em geral, desde o momento da concepção. Ninguém pode ser privado da vida arbitrariamente." (fonte: http://www.portaldafamilia.org/artigos/texto065.shtml)."

Quando vemos então reiteradamente os atores dizendo que a decisão de tirar ou não o bebê cabe a mãe, fica claro que trata-se de uma propaganda ilegal em favor do aborto.

Este é um caso claro onde a ficção não mais imita a vida real, mas tenta moldar-la de acordo com os interesses de um pequeno grupo de "iluminados" que acham que tem todas as soluções para o mundo. Aliado a este cenário de traça e subversão da verdade dos fatos, a falta de informação contrária que venha a esclarecer a verdade dos luz dos fatos e ante as leis. Todo nascituro (bebê ainda na barriga da mãe, seja em qual estágio de desenvolvimento esteja) tem seus direitos assegurados como todo ser humano já nascido, pois este também já é um ser humano e não deve ser privado da vida, como diz o texto do Pacto Internacional.

Não podemos mais permitir que crianças seja mortas ainda no ventre materno, sendo tratadas como "frutos malditos deum erro de percurso". Nada na história humana matou mais que as ideologias por trás da "liberdade de pensamento crítico". Portanto, quanto antes acordarmos do pesadelo da "liberdade de matar", mais rápidos podermos desfrutar da liberdade de pensar e agir. Diga não ao aborto e as ideias subversivas que colocam na sua mente.

fonte:

01/12/2011

Dia Mundial de Combate à Aids: Vaticano divulga comunicado

O presidente do Pontifício Conselho para a Pastoral da Saúde, Arcebispo Zygmunt Zimowski
O Pontifício e conselho para a pasoral da saúde divulgou um comunicado por ocasião do Dia Mundial de Combate à Aids, celebrado neste dia 1º de dezembro. O texto é assinado pelo presidente do organismo, Arcebispo Zygmunt Zimowski.

"Esta ocasião deve se constituir em nova oportunidade para promover: o acesso universal às terapias para os infectados; a prevenção da transmissão da mãe para o filho; a educação a estilos de vida que incluam uma aproximação correta e responsável com a sexualidade. Da mesma forma, é um momento privilegiado para relançar a luta contra o prejuízo social".

Estima-se que 1 milhão e 800 mil pessoas morram por ano devido à Aids, principalmente na África subsaariana. "São pessoas que poderiam levar uma vida normal se tivessem acesso às terapias farmacológicas adequadas, conhecidas como terapias antirretrovirais", escreve o Arcebispo.

Zimowski destaca que há mortes pela doença que são injustificáveis, bem como não se pode mais aceitar a transmissão da infecção de mães para filhos. Embora não se possa deixar de estar comprometidos com a extensão dos tratamentos a todos os povos e setores da população, segue sendo fundamental a formação e a educação de todos, em particular das novas gerações, a uma sexualidade baseada em uma antropologia alicerçada no direito natural e iluminada pela Palavra de Deus.

"A Igreja e seu Magistério pedem um estilo de vida que privilegie a abstinência, a fidelidade conjugal e o rechaço á promiscuidade sexual, porque, como sublinha a Exortação Apostólica Pós-sinodal Africae Munus, tudo isso faz parte da questão do 'desenvolvimento integral' a que as pessoas e comunidades têm direito", indica o texto.

O comunicado aponta ainda que, lançando um novo chamamento ao compromisso e à solidariedade em favor das vítimas diretas e indiretas do HIV/Aids, também se deseja agradecer a quantos se esforçam para ajudá-las.

"Referimo-nos aqui às instituições, organismos e voluntários que trabalham no âmbito sanitário, em particular da Aids. Enfim, queremos expressar nossa proximidade com os enfermos de HIV/Aids, com os que estão próximos a eles, e com todos os trabalhadores da saúde que, expostos ao risco de infecção, prestam toda a atenção possível, respeitando sua personalidade e dignidade", conclui o Arcebispo.


Com o batismo Jesus nos ensina o caminho da Salvação

Na audiência geral, Bento XVI explica o sentido da oração na vida de Cristo

CIDADE DO VATICANO,  (ZENIT.org - 30/11/2011) - Com o batismo e a oração "Jesus, sem pecado, faz visível a sua solidariedade com aqueles que reconhecem os seus próprios pecados, escolhem se arrepender e mudar de vida; Dá a entender que ser parte do povo de Deus significa entrar numa ótica de novidade de vida, de vida segundo Deus" -
disse o Papa Bento XVI, na Audiência Geral realizada no dia 30 de novembro, na sala Paulo VI, no Vaticano.

Dentro da série de catequeses sobre a oração começadas no passado dia quatro de maio, o Santo Padre Bento XVI focalizou a meditação sobre a oração na vida de Jesus.

Para o Papa a oração atravessa toda a vida de Jesus "como um canal secreto que irriga a existência, os relacionamentos, os gestos e que o guia, com progressiva firmeza, ao dom total de si, de acordo com o plano de amor de Deus Pai".

O Papa se perguntou porquê Jesus, que não conheceu pecado, submeteu-se voluntariamente ao batismo de penitência e de conversão?, e respondeu que neste gesto "Jesus antecipa a cruz, começa o seu trabalho tomando o lugar dos pecadores, carregando nos seus ombros o peso da culpa de toda a humanidade, cumprindo a vontade do Pai".

"Recolhendo-se em oração, - acrescentou - Jesus mostra a relação íntima com o Pai do Céu, experimenta sua paternidade, capta a beleza exigente do seu amor, e nas conversas com o Pai recebe a confirmação da sua missão".

Bento XVI explicou que "No relato evangélico, os diversos ambientes da oração de Jesus sempre se colocam na encruzilhada entre a inclusão na tradição de seu povo e a novidade de uma relação pessoal única com Deus."

Por isso, desejou que "mesmo na nossa oração, nós devemos aprender, mais e mais, a entrar nesta história de salvação que tem Jesus como o ápice, renovar diante de Deus a nossa decisão pessoal de abrir-nos à sua vontade, pedir a ele a força para conformar a nossa vontade à Sua, ao longo de nossas vidas, em obediência ao seu plano de amor para nós. "

O Papa, então, colocou uma série de perguntas: Olhando para a oração de Jesus, deve surgir em nós uma pergunta: Como faço para orar? como nós rezamos? Quanto tempo dedico para o relacionamento com Deus? Hoje se faz uma suficiente educação e formação para a oração? E quem pode ser o mestre? Na Exortação Apostólica Verbum Domini eu falei sobre a importância da leitura orante da Sagrada Escritura.

E indicou as respostas afirmando que "na amizade profunda com Jesus e vivendo nele e com Ele a relação filial com o Pai, através da nossa oração fiel e constante, podemos abrir as janelas para o céu de Deus".

"Na verdade, - enfatizou - no caminho da oração, independente do ser humano, podemos ajudar os outros a segui-lo: ainda que para a oração cristã é verdade que, caminhando, abre-se caminhos".

O Santo Padre concluiu a audiência convidando a todos à uma relação com Deus intensa, a "uma oração que não seja inconstante, mas constante, cheia de confiança, capaz de iluminar as nossas vidas, como Jesus nos ensina.E peçamos a Ele que possamos comunicar às pessoas que estão perto, àqueles que encontramos ao longo de nosso caminho, a alegria do encontro com o Senhor, luz para a nossa existência".



***
Por Antonio Gaspar

Fazer a vontade de Jesus Cristo é condição para salvação

“Naquele dia, cantarão este canto em Judá: 'Uma cidade fortificada é a nossa segurança; o Senhor cercou-a de muros e antemuro. Abri as suas portas, para que entre um povo justo, cumpridor da palavra, firme em seu propósito; e tu lhe conservarás a paz, porque confia em ti'” (Isaías 26,1-3).

Aquele que fez a opção de viver a verdade entrará pela porta a cidade do Senhor. Nesta cidade, que será implantada no fim dos tempos, a qual o profeta chama de “céus novos e uma terra nova”, haverá realização completa, pois lá o Senhor estará presente e será tudo para todos.

É esse povo justo, cumpridor da Palavra e firme no seu propósito, que entrará na terra de Deus. Isso chama nossa atenção, porque precisamos servir e viver na graça d'Ele.

Na Palavra, vemos o Senhor que traz a imagem de duas casas: uma construída sobre a rocha e outra sobre a areia. Exteriormente, não há diferença. São duas casas iguais, mas a diferença aparece quando vem a provação, a tempestade, a ventania. Diante das tribulações, a casa construída sobre a rocha permaneceu de pé; mas, na mesma tempestade, quando soprou o vento, a casa construída sobre a areia desabou.

No Evangelho, qual a revelação que o Senhor nos traz? “Portanto, quem ouve estas minhas palavras e as põe em prática, é como um homem prudente, que construiu sua casa sobre a rocha” (Mateus 7,24).

A casa que não cai diante da ventania, da provação, é daquele que faz a vontade do Senhor. Você é esse homem prudente? Hoje, Deus está lhe dando a oportunidade de edificar sua casa sobre a rocha. Não caia na bobeira de achar que caridade traz salvação. Não são as caridades que nos darão a certeza da salvação, mas aquele que põe em prática a vontade do Senhor que está no céu.
 Meus irmãos, nós estamos caminhando, porque para nós, povo de Deus, existiu um início em Gênesis. E vai existir um fim para nós, que se chama Parusia, a vinda do Senhor para aqueles que ouviram as palavras, fizeram a vontade do Pai.

Nada do que experimentarmos nesta terra será comparada ao dia da glória do Senhor. Deus alimentou o coração do povo com a esperança; e essa esperança alarga a nossa visão para as promessas do Pai. Nosso Deus é fiel e cumprirá todas as promessas que dirigiu a nós e à Igreja.

Neste tempo do Advento, temos de colocar nossa fé no Senhor. Ele é a rocha eterna e quer que entremos na terra nova.

Papa Bento XVI nos deu a encíclica “Salvos pela Esperança”. Ele está nos preparando para a vinda gloriosa do Senhor. Ele nos fala sobre a esperança que não nos decepciona, na esperança de que o mal não vai vencer. Em 2012, no mês de outubro, começará o Ano da Fé. Amor, caridade, esperança, fé. Que presente o Papa tem nos dado!

“Esperar, no sentido cristão, significa saber da existência do mal e, apesar disso, olhar com confiança para o futuro” (Papa Bento XVI quando ainda Cardeal Ratzinger).

Meus irmãos, não se deixem seduzir por este mundo, porque este não é o nosso mundo. “A vida eterna é o nosso futuro, portanto a força que marca a nossa história” (Papa Bento XVI).

fonte: site canção nova
pregação :Pe. Roger luiz


22/11/2011

Nosso Senhor Jesus Cristo, Rei do Universo!

O último domingo do ano litúrgico, o XXXIV  do Tempo Comum, nos traz de volta para a fonte e o ápice da nossa fé. Nós celebramos, na verdade, hoje, a Solenidade de Nosso Senhor Jesus Cristo, Rei do Universo. Toda a liturgia da Palavra e a Liturgia da Eucaristia, que são os dois momentos essenciais da Missa, fazem-nos espiritualmente desfrutar deste grande tema de relevância teológica e moral para todo crente.

E é o apóstolo Paulo a compreender os aspectos essenciais do tema no texto da Primeira Epístola aos Coríntios (1Cor 15,20-26.28), que podemos ler e meditar hoje: "Irmãos, Cristo ressuscitou dentre os mortos, as primícias dos que morreram, porque, se por meio de um homem a morte veio até nós, também por meio de um homem veio a ressurreição dos mortos, e, como todos morrem em Adão, assim todos serão vivificados em Cristo. Mas cada um por sua ordem: Cristo, as primícias, depois na sua vinda aqueles que são de Cristo. Então virá o fim, quando Ele entregar o reino a Deus Pai, depois de reduzir a nada toda autoridade e todo poder. Pois Ele deve reinar até que tenha posto todos os inimigos debaixo dos seus pés. O último inimigo a ser destruído é a morte. E quando tudo tiver sido sujeito, Ele, o Filho, estará sujeito Àquele a que sujeitou todas as coisas, que Deus seja tudo em todos".

A recapitulação de todas as coisas em Cristo é a chave para o mistério da criação e da redenção do homem e da humanidade. Cristo é o Alfa e o Ômega, o princípio e o fim de tudo. Ele, que revelou o Pai e o Espírito Santo, é o mediador da única e eterna aliança entre Deus e a humanidade; é Ele o Redentor e Salvador, o Messias que veio e que devemos esperar novamente pela segunda e definitiva vinda à Terra para julgar os vivos e os mortos para a instauração do Reino definitivo e de sua realeza para sempre. O seu reinado no mundo já está se desenvolvendo na expectativa da realização plena. É a inicial fase da instauração do seu Reino, que, em sua plenitude, há de se manifestar no final da história. Um reino que é construído a cada dia através do trabalho daqueles que acreditam em Cristo e nos valores proclamados por Ele.

Lembra-nos, em poucas palavras, o Prefácio da Solenidade de hoje: "Fostes vós, ó Deus, que com óleo de alegria consagrastes Sacerdote eterno e Rei do Universo o vosso único Filho, Jesus Cristo, Nosso Senhor. Ele se sacrificou como vítima imaculada de paz sobre o altar da Cruz, atuou o mistério da redenção humana, sujeitando ao seu poder todas as criaturas, ofereceu a sua majestade infinita, o reino eterno e universal: reino de verdade e de vida, reino de santidade e de graça, reino de justiça, amor e paz".

Centra-se sobre estes valores o texto do Evangelho de Mateus (Mt 25,31-46), que percebemos como o do Juízo Final, que será expresso, sobretudo, em ordem à caridade e (o) ao amor concreto com o qual vivemos nossa existência terrena: "Então o Rei dirá aos que estiverem à sua direita: Vinde, benditos de meu Pai, recebei em herança o reino preparado para vós desde a fundação do mundo. Porque tive fome e me destes de comer, tive sede e me destes de beber, eu era peregrino e recolhestes-me, nu e me vestistes, doente e visitastes-me, na prisão e fostes ver-me. Então os justos lhe perguntarão: 'Senhor, quando te vimos com fome e nós te alimentamos? com sede e te demos algo para beber? Quando te vimos peregrino e te acolhemos? sem roupa e te vestimos? E quando te vimos doente ou na prisão, e fomos visitar-te? Em resposta, o rei dirá a eles: Em verdade eu vos digo: cada vez que fizestes isso a um desses meus irmãos mais pequeninos, fizestes a mim."

E é em cima da caridade que seremos julgados se somos dignos ou não de adentrar no Reino de Deus. Uma caridade vivida no dia-a-dia no serviço aos pobres e aos necessitados de toda espécie. A caridade que vem do coração e vai ao coração, que não faz cálculos ou conta o tempo e o espaço para servir a causa dos últimos e marginalizados.

Jesus nos ensina a entrar nesta dinâmica de amor e de experimentar este amor, porque a verdadeira grandeza do homem, sua verdadeira realeza, a nobreza, especialmente do coração e da mente, é precisamente este amor que se manifesta e sempre é capaz de doar-se. É como o Bom Pastor que vai em busca da ovelha perdida, que cuida do doente, que cuida de todas as ovelhas do seu rebanho, e se alguma está em falta não se resigna à sua perda, mas a busca com insistência. É a ação da graça de Deus agindo silenciosamente e de maneiras misteriosas para a conversão do coração e da vida daqueles que vivem em comunhão com Ele, consigo mesmo e com os outros.

E é impressionante o efeito cenográfico e visual do pastor trazido à nossa atenção por meio da passagem do profeta Ezequiel, que é a primeira leitura da Palavra de Deus hoje (Ez 34,11-12.15-17), na Solenidade de Cristo Rei: "Assim diz o Senhor Deus: 'Eis que eu mesmo vou procurar as minhas ovelhas e vou cuidar delas. Como um pastor busca o seu rebanho, quando está entre as suas ovelhas que estavam dispersas, assim buscarei as minhas ovelhas e vou resgatá-las de todos os lugares onde foram espalhadas, nos dias nublados e escuros. Eu mesmo conduzirei minhas ovelhas... Esse tema é repetido também no texto do salmo responsorial, tirado de Salmo 22: "O Senhor é meu pastor, nada me faltará, Ele me faz repousar em verdes pastos, guia-me mansamente em águas tranquilas". Ele me leva por sendas direitas por amor do seu nome. Mesmo que eu ande pelo vale escuro, não temerei mal algum, porque ele estará comigo... e habitarei na casa do Senhor para sempre."

Com estes sentimentos no coração, podemos concluir o ano litúrgico e dar graças a Deus por todas as bênçãos espirituais que Ele nos deu neste ano, com a esperança de que tenhamos contribuido de modo substancial no caminho para a santidade. Porque cada ano que passa, seja esse litúrgico ou do calendário, é um processo lento, mas seguro, na aproximação final do ingresso definitivo do Reino de Deus. Ingresso que será sancionado com a nossa morte, o último inimigo a ser destruído por este Rei único e especial, humilde e generoso, que veio entre nós, viveu e morreu por nós e ressuscitou por nós.


***
Dom Orani João Tempesta,
Arcebispo Metropolitano de São Sebastião do Rio de Janeiro - RJ

Fonte: http://www.cnbb.org.br/site/articulistas/dom-orani-joao-tempesta/8111-nosso-senhor-jesus-cristo-rei-do-universo




Santa Cecília - Padroeira dos músicos

Hoje celebramos a santidade da virgem que foi exaltada como exemplo perfeitíssimo de mulher cristã, pois em tudo glorificou a Jesus. Santa Cecília é uma das mártires mais veneradas durante a Idade Média, tanto assim que no século V uma Basílica foi construída em seu nome. Embora se trate da mesma pessoa, na prática fala-se de duas santas Cecílias: a da história e a da lenda. A Cecília histórica é uma senhora romana que deu uma casa e um terreno aos cristãos dos primeiros séculos. A casa transformou-se em igreja que se chamou mais tarde Santa Cecília no Trastévere; o terreno tornou-se cemitério de São Calisto, onde foi enterrada a doadora, perto da cripta fúnebre dos Papas. No século VI, quando os peregrinos começaram a perguntar quem era essa Cecília cujo túmulo e cuja inscrição se encontravam em tão honrosa companhia, para satisfazer a curiosidade deles, foi então publicada uma Paixão, que deu origem à Cecília lendária; esta foi sem demora colocada na categoria das mártires mais ilustres. Segundo o relato da sua Paixão Cecília tinha sido uma bela cristã da mais alta nobreza romana que, segundo o costume, foi prometida pelos pais em casamento a um nobre jovem chamado Valeriano. Aconteceu que, no dia das núpcias, a jovem noiva, em meio aos hinos de pureza que cantava no íntimo do coração, partilhou com o marido, com transparência, o fato de ter consagrado sua virgindade a Cristo e que um Anjo guardava sua decisão.

Valeriano, que até então era pagão, a respeitou, mas disse que somente acreditaria se contemplasse o Anjo. Desse desafio Cecília conseguiu a conversão do esposo que foi apresentado ao Papa Urbano, sendo então preparado e batizado, juntamente com um irmão de sangue de nome Tibúrcio. Depois de batizado, o jovem, agora cristão, contemplou o Anjo, que possuía duas coroas (símbolo do martírio) nas mãos. O Anjo colocou uma coroa sobre a cabeça de Cecília e outra sobre a de Valeriano, o que significava um sinal, pois primeiro morreu Valeriano e seu irmão por causa da fé abraçada e logo depois Santa Cecília sofreu o martírio, após ter sido presa ao sepultar Valeriano e Tibúrcio na sua vila da Via Ápia. Colocada perante a alternativa de sacrificar aos deuses ou morrer, escolheu a morte. Ao prefeito Almáquio, que lembrava Cecília que tinha sobre ela direito de vida ou de morte, respondeu: "É falso, porque podes dar-me a morte, mas não me podes dar a vida". Almáquio condenou-a a morrer asfixiada; como ela sobreviveu a esse suplício, mandou cortar-lhe a cabeça. Nas Atas de Santa Cecília lê-se esta frase: "Enquanto ressoavam os concertos profanos das suas núpcias, Cecília cantava no seu coração um hino de amor a Jesus, seu verdadeiro esposo". Estas palavras, lidas um tanto por alto, fizeram acreditar no talento musical de Santa Cecília e valeram-lhe o ser padroeira dos músicos. Hoje essa grande mártir e padroeira dos músicos canta louvores ao Senhor no céu.

Santa Cecília, rogai por nós

18/11/2011

"Uma grave falta de respeito pelo Papa "

Padre Lombardi estigmatiza o manifesto publicado em Roma
CIDADE DO VATICANO, quinta-feira 16 novembro, 2011 (ZENIT.org) - A foto-montagem colocada na quarta-feira, 16 de novembro, a poucos passos do Vaticano "é um uso indevido da imagem do Santo Padre". Disse o padre Federico Lombardi, diretor da sala de Imprensa do Vaticano.
A imagem em questão, feita por uma famosa casa de moda para anunciar a criação da Fundação Unhate, retrata o Papa Bento XVI no ato de beijar na boca, o Imam do Cairo. Uma mensagem que, na opinião dos autores, teria sido lançada para combater a "cultura do ódio".
"É necessário expressar um forte protesto pelo uso completamente inaceitável da imagem do Santo Padre, manipulada e instrumentalizada no quadro de uma campanha publicitária com fins comerciais", afirmou o padre Lombardi.
O porta-voz do Vaticano definiu a iniciativa "uma grave falta de respeito ao Papa, um insulto aos sentimentos dos fiéis, e uma clara demonstração de como na publicidade se possa violar regras básicas do respeito pelas pessoas para chamar a atenção por meio da provocação".
Lombardi também anunciou que "a Secretária de Estado está considerando os passos que deve dar às autoridades competentes para garantir uma justa proteção do respeito pela figura do Santo Padre".

fonte: zenit.org

Vaticano vai vetar Benetton na Justiça

O Vaticano anunciou ontem que vai entrar na Justiça em vários países para tentar barrar a divulgação da fotomontagem da Benetton na qual o papa Bento 16 beija na boca o imã sunita Ahmed Mohamed el Tayeb, da mesquita de Al Azhar, no Cairo.

 "Encarregamos nossos advogados para que empreendam na Itália e no exterior as oportunas ações legais para impedir a circulação nos meios de comunicação da fotomontagem realizada no âmbito de uma campanha da Benetton", anunciou o Vaticano, em nota oficial.

Um assessor do imã declarou ontem que a propaganda é "irresponsável e absurda".

A Casa Branca também criticou a nova campanha publicitária --que divulgou fotomontagem em que o presidente Barack Obama aparece beijando os líderes de China e Venezuela.

Anteontem, a Benetton anunciou sua decisão de tirar de circulação a fotomontagem com o papa --mas não se manifestou, ainda, sobre as outras publicidades.

Ódio
 O objetivo da campanha é protestar contra a "cultura do ódio" --a campanha foi batizada de "Unhate" (algo como "Desodeie", na tradução em português). Não é a primeira polêmica da multinacional italiana Benetton, que já fez campanhas retratando religião, racismo, homossexualidade e anorexia.

fonte:http://www.correiodopovo-al.com.br/v3/mundo/1055642723-Vaticano-vai-vetar-Benetton-Justia.html

15/11/2011

Cultive as boas amizades

Uma amizade só é verdadeira se baseada na fidelidade
Não preciso falar aqui da importânica de cultivar as boas amizades para ser feliz. Milan Kundera diz que “toda amizade é uma aliança contra a adversidade, aliança sem a qual o ser humano ficaria desarmado contra seus inimigos. Os amigos recentes custam a perceber essa aliança, não valorizam ainda o que está sendo contraído. São amizades não testadas pelo tempo, não se sabe se enfrentarão com solidez as tempestades ou se serão varridos numa chuva de verão.”
A verdadeira amizade nos socorre quando menos esperamos! Podemos esquecer aquele com quem rimos muito, mas nunca nos esqueceremos daqueles com quem choramos. Os corações que as tristezas unem permanecem unidos para sempre.
Na prosperidade, os verdadeiros amigos esperam ser chamados; na adversidade, apresentam-se espontaneamente. A fortuna faz amigos. A desgraça prova se eles existem de fato. É preciso saber fazer e cultivar amizades. Isso depende de cada um de nós; antes de tudo, do nosso desprendimento e fidelidade ao outro. Para conquistar um amigo é preciso criar um “deserto” dentro de si, aceitando que o outro venha ocupá-lo.
Acolher o amigo é, em primeiro lugar, ouvi-lo. Alguns morrem sem nunca ter encontrado alguém que lhes tenha prestado a homenagem de calar-se totalmente para ouvi-los. São poucos os que sabem ouvir, porque poucos estão vazios de si mesmos, e o seu “eu” faz muito barulho. Se você souber ouvir, muitos virão lhe fazer confidências.
Muitas pessoas se queixam da falta de amigos, mas poucos se preocupam em realizar em si as qualidades próprias para conquistar amizades e conservá-las.
Se você quiser ser agradável às pessoas, fale a elas daquilo que lhes interessa e não daquilo que interessa a você. A amizade é alimentada pelo diálogo; que é uma troca de ideias em busca da verdade; muito diferente da discussão, que é uma luta entre dois, na qual cada um defende a sua opinião.
A verdadeira amizade não pode ser alimentada pela discussão, somente pelo diálogo.
Em vez de demonstrar exaustivamente que o amigo está errado, ajude-o a descobrir a verdade por si mesmo; isso é muito mais nobre e pedagógico.
Se você quiser agir sobre seu amigo, de verdade, para que ele mude, comece por amá-lo sincera e desinteressadamente.
A amizade também exige que se corrija o amigo que erra; mas devemos censurar os amigos na intimidade; e elogiá-los em público. Nada é tão nocivo a uma amizade como a crítica ao amigo na frente de outras pessoas; isso humilha e destrói a confiança. Nunca desista de ajudar o amigo a vencer uma batalha; não há nem haverá alguém que tenha caído tão baixo que esteja fora do alcance do amor infinito de Deus e do nosso socorro.
Uma amizade só é verdadeira e duradoura se é baseada na fidelidade. Cuidado, pois para magoar alguém são necessários um inimigo e um amigo: o inimigo para caluniar e um “amigo” para transmitir a calúnia.
(Trecho extraído do livro: “Para ser feliz”)
Prof. Felipe Aquino

14/11/2011

BRASILLL!!!

Ordem e Retrocesso

A maior parada gay é aqui no Brasil

O maior cenário de corrupção no mundo

Miséria e fome

É o maior país com o número de homicídios no mundo

Esta entre os 4 maiores de usuários de drogas no mundo
O  Brasilé o maior cobrador de impostos do planeta
Saúde então ne se fala....

Brasil tem 16 milhões de analfabetos
Campeão em abortos clandestinos


AMO MEU PAÍS...MAS ME ENVERGONHO DELE.

Presidente da Sociedade Teológica Evangélica retorna à Igreja Católica

Francis Beckwith renunciou esta semana a seu cargo de Presidente da Sociedade Teológica Evangélica (ETS). O motivo: retornou à Igreja a Católica onde cresceu e que abandonou para abraçar o protestantismo.
Conforme sustenta em um blog, "não acredito que seja possível que a ETS conduza seu negócio e seus assuntos de forma que impulsione o Evangelho de Cristo, enquanto eu seja seu presidente. Por isso, desde em 5 de maio renuncio ao cargo de presidente da ETS e membro de seu comitê executivo".
Beckwith relata que começou sua volta à fé em que cresceu, quando decidiu ler a alguns bispos e teólogos dos primeiros séculos da Igreja. "Em janeiro, por sugestão de um amigo querido, comecei a ler aos Padres da Igreja assim como alguns trabalhos mais sofisticados sobre a justificação em autores católicos. Comecei a convencer-me que a Igreja primitiva é mais católica que protestante e que a visão católica da justificação, corretamente compreendida, é bíblica e historicamente defensável".
O perito estava disposto a retornar à Igreja Católica quando terminasse seu serviço como presidente em novembro do próximo ano. Entretanto, seu sobrinho de 16 anos pediu para ser seu padrinho de confirmação no próximo dia 13 de maio e por isso reconsiderou sua decisão.
Segundo Beckwith, "não podia dizer 'não' a meu sobrinho querido, que credita na renovação de sua fé em Cristo a nossas conversas e correspondência. Mas para fazê-lo, devo estar em total comunhão com a Igreja. Por isso, em 28 de abril passado recebi o sacramento da Confissão".
Beckwith espera que sua partida permita à Sociedade Teológica Evangélica estudar a tradição da Igreja em uma forma que não seria possível com ele de presidente.
"Há uma conversa que deve realizar-se na ETS, uma conversa sobre a relação entre Evangelismo e o que se chama 'Grande Tradição', uma tradição da qual todos os cristãos podem traçar sua paternidade espiritual e eclesiástica. É uma conversação que eu recebo com agrado, e na espero ser participante. Mas minha presença na ETS como presidente, concluí, diminui as possibilidades de que ocorra esta conversa. Só exacerbaria a desunião entre cristãos que precisa ser remediada".
O ex-presidente também enfatizou seu agradecimento a ETS. "Sua tenaz defesa e prática da ortodoxia cristã é que sustentou e nutriu a quem tenho encontrado nosso caminho de volta à Igreja de nossa juventude".

fonte:http://www.acidigital.com/noticia.php?id=9899

09/11/2011

Somos Católicos com muito orgulho

"Cristão é meu nome e Católico é meu sobrenome. Um me designa, enquanto o outro me especifica. Um me distingue, o outro me designa. É por este sobrenome que nosso povo é distinguido dos que são chamados heréticos" (São Paciano de Barcelona, Carta a Sympronian, 375 D.C.)
"Mantenha-se sempre do lado da Igreja Católica, porque só Ela pode lhe dar paz verdadeira, posto que só Ela possui Jesus no Santíssimo Sacramento, o verdadeiro Príncipe da Paz." (Santo Padre Pio)

"Porque Cristo é o único cânon dos ensinamentos é que a Igreja Católica adere tão obstinada e rigidamente à Sua mensagem tradicional. É por isso que Ela não pode suportar nenhum modernismo, nem se confraternizar com o espírito da época." (Karl Adam, O Espírito do Catolicismo)

"A Igreja Católica compreende seus antagonistas, seus antagonistas não entendem a Igreja Católica" (Hilaire Belloc, As Grandes Heresias)

"As pessoas podem se identificar com um Cristo crucificado exibido nas Igrejas Católicas, cada um de nós tem uma cruz a carregar. Nenhum de nós pode se identificar com um Cristo ressuscitado, já que nenhum de nós jamais se ergueu dentre os mortos" (Fr. Groeschel)

"O conhecimento apologético da Igreja Católica é mais profundo do que o oceano e ninguém jamais poderá atingir suas profundezas." (Anônimo)

"Enquanto os Protestantes estudam o menu (a Bíblia), os Católicos se deliciam com a refeição." (Dr. Scott Hahn)

"Os dogmas da Igreja Católica são interrelacionados. Se um é rejeitado, como por exemplo a infalibilidade do Papa, então todos são rejeitados." (Fr. Trujillo)

"Aqui temos uma analogia. Dispare um tiro Protestante e um Católico em direção a uma parede. A dispersão obtida refletirá as opiniões dos que dispararam, identificando-os como liberais, conservadores, etc. Com os Católicos, sempre sabemos quem está no centro: o Papa e seu Magistério. Com os Protestantes, como podemos determinar quem está no centro?" (Marcus Grodi, ex-Pastor Protestante, agora Católico).

"Guias cegos! Filtrais um mosquito e engolis um camelo." (Mateus 23,24)

"A Fé Católica não ensina o que pensávamos que ensinava e A acusávamos inutilmente de fazê-lo" (Santo Agostinho, Confissões, 6,11, 400 D.C.)

"Para aqueles que espalham mentiras a respeito da Igreja Católica: sua ignorância é sua falta de conhecimento, sua estupidez é sua sabedoria, e sua verdade é falsidade."(Autor Desconhecido)

"Os heréticos condenam-se a si mesmos já que por própria opção abandonam a Igreja, um abandono que, sendo consciente, torna-se sua condenação" (São Jerônimo Comentários acerca de Tito, 3,10 386 D.C.)

"Aonde está Pedro, aí está a Igreja." (Santo Ambrósio de Milão, Nos doze Salmos 381 D.C.)

"Um homem Cristão é Católico enquanto vive no corpo; decepado deste, torna-se um herege. o Espírito não segue um membro amputado." (Santo Agostinho)

"A Igreja Católica sempre tem o que falta ao mundo" (G.K. Chesterton)

"Quando o mundo está errado, prova que a Igreja está certa." (G.K. Chesterton)

"É contraditório que um Protestante aceite a Bíblia e rejeite a autoridade da Igreja Católica que lha deu." (Anônimo).

"Ao atacar a Igreja Católica, Protestantes estão cortando suas próprias raízes." (Autor Desconhecido).

"As Igrejas Protestantes têm canções e orações. As Igrejas Católicas têm canções, orações e sacrifício." (Dr. Scott Hahn)

"Nenhum Protestante deveria citar a Escritura, porque ele não tem meios de saber quais são os livros inspirados; a menos que, é claro, queira aceitar a autoridade da Igreja Católica com relação à essa questão." (Fr. William Most)

"Se você ler a Bíblia com olhos Católicos, as idéias começarão a pipocar em sua mente." (Autor Desconhecido)

"Graças a Igreja Católica, a autoridade e a integridade da Bíblia se manteve intacta." (Autor Desconhecido)

"As crenças Católicas têm sido afirmadas por estudos independentes por 2000 anos." (Autor Desconhecido)

"A Igreja Católica tem a Verdade em plenitude." (Autor Desconhecido)

"Nossa Igreja é a que cresce mais rapidamente no mundo. Temos agora (1995) um bilhão de Católicos no mundo." (Fr. Luke Zimmer). - Nota! Agora somos 1,070,000,000 Católicos em 2001, cf. World Christian Encyclopedia.

"Todos vocês devem seguir a liderança do bispo, como Jesus Cristo seguiu a do Pai; seguir o presbitério como seguiriam os Apóstolos; reverenciar os diáconos como reverenciariam os mandamentos de Deus. Não permitam que ninguém toque na Igreja, a não ser o bispo ou alguém enviado por ele. Onde está o bispo, é onde o povo deve estar, assim como onde Jesus Cristo está, igualmente está a Igreja Católica. Sem a autorização do bispo, não é permitido batizar ou organizar um culto; mas tudo que ele aprova é também agradável a Deus. Se agirem assim, tudo que fizerem será isento de perigo e válido." (Santo Inácio de Antioquia, Carta aos Cristãos de Esmirna, 107 D.C.)

"Pelo que foi dito, então, parece-me claro que a verdadeira Igreja, aquela que é realmente antiga, é uma só; e dela participam aqueles que, em acordo com o que foi determinado, são justos... Dessa forma dizemos que em substância, conceito, origem e imanência, antiga, Igreja Católica está só, juntando como o faz na unidade de uma fé que resulta de alianças familiares, - ou melhor dizendo, de uma aliança em eras distintas, pela vontade do DEUS uno e através de um Senhor, - aqueles que já foram escolhidos, aqueles predestinados por DEUS, que sabia desde a crianão do mundo que eles seriam justos." (Clemente de Alexandria, Estromata (Miscelânia), 202 D.C.).

"Portanto, a Igreja Católica é a única que retém o verdadeiro culto. Esta é a fonte da verdade; esta, o domicílio da fé; o templo de DEUS. Quem quer que não entre nela ou não saia daqui é um alienado em termos de esperança de vida e salvação... Porque, , ao contrário disso, todos os vários grupos de hereges têm confiança de que são os Cristãos, e pensam que a Igreja Católica é deles. Que se saiba que a verdadeira Igreja é na qual há confissão e penitência, e que cuida de maneira salutar dos pecados e das mágoas aos quais os fracos na carne estão sujeitos." (Lactâncio, As Instituições Divinas, 304 D.C.)

"Levemos em conta que a própria tradição, ensinamento e fé da Igreja Católica, desde o princípio, dadas pelo Senhor, foi pregada pelos Apóstolos e foi preservada pelos Pais. Nisto foi fundada a Igreja; e se alguém se afasta dela, não é e nem deve mais ser chamado Cristão." (Santo Atanásio, Carta a Serapião de Thmuis, 359 D.C.).

"Eu não deveria acreditar no Evangelho a não ser que este seja movido pela autoridade da Igreja Católica." (Santo Agostinho de Hipona, Contra a Carta de Mani, 397 D.C.).

"A Igreja é Santa, a Única Igreja, a Verdadeira Igreja, a Igreja Católica, lutando sempre contra todas as heresias. Ela pode lutar, mas não pode ser derrotada. Todas as heresias são expulsas por Ela, como os galhos pendentes são arrancados de uma vinha. Ela permanece presa à sua raiz, em Sua vinha, em Seu amor. As portas do inferno não prevalecerão contra ela" (Santo Agostinho de Hipona, Sermão aos Catecúmenos sobre o Credo, 6,14, 395 D.C.)
fonte:http://www.veritatis.com.br/
Traduzido para o Veritatis Splendor por Carlos Martins Nabeto do original em inglês em http://home.inreach.com/bstanley

Igreja aposta no jovem missionário

Difundir a religião cristã em pleno século 21, em países e locais distantes do país e da cidade em que vivem, é o ideal de vida de muitos jovens missionários que tornaram a frase proferida por Jesus – “Ide e levai o Evangelho a todas as criaturas” – um ideal de vida. Neste dia 23 de outubro, os missionários católicos comemoram o seu dia. Será a 85ª vez que a Igreja Católica comemora o Dia Mundial das Missões, uma forma de homenagear os missionários, muitos deles santos e mártires da história cristã.

A novidade está no fato de muitos jovens ainda quererem dedicar a vida a Cristo em uma época em que ter poder de consumo é o sonho de quase todos eles. É o caso de muitos jovens da comunidade Canção Nova, que tem por objetivo evangelizar através dos meios de comunicação social, como TV, rádio, internet e mídias sociais. O que faz um jovem de 20 anos trocar o desejo de prosperar em uma carreira, ir morar longe da família e amigos para se dedicar a uma causa?

A Canção Nova tem cerca de 1.200 missionários em países como Estados Unidos, França, Itália, Terra Santa, Paraguai e, claro, Brasil, onde a comunidade teve origem há 33 anos e com sede na pequena cidade de Cachoeira Paulista, no Vale do Paraíba paulista. Um deles é Shahir Castelo Rahemane, de 25 anos, que há três anos decidiu consagrar sua vida a Deus. Sahir é missionário da Canção Nova na cidade de Fátima, em Portugal. Trabalha como programador da TV Canção Nova, que transmite as atividades do Santuário de Fátima, um dos mais procurados do mundo.

 Mas, para chegar lá, teve que enfrentar muitas dificuldades. Filho de pai muçulmano e mãe católica, Shahir se converteu ao catolicismo apenas aos 15 anos, contra a vontade paterna. Antes de se tornar missionário, Shahir tinha uma banda de rap, praticava natação, jogava futebol, estudava e trabalhava, uma vida totalmente rotineira para um jovem da sua idade. “Quando o Senhor me chamou eu não deixei de ter amigos e família, apenas renunciei estar com eles o tempo todo para estar exclusivamente com Deus”, relata. Sahir conta que uma das coisas que o encoraja em continuar seu trabalho como missionário é ver outros jovens transformados pela Palavra de Deus.

 A missionária Maria do Rosário Patrício, 24 anos, tem uma história parecida com a de Sahir. Ela também faz parte da Canção Nova, só que na França. Rosário se formou em Letras e deixou tudo para trás para trabalhar na administração da TV Canção Nova francesa. Ela conta que mesmo vindo de uma família católica, seus parentes e amigos não aceitaram sua escolha no início. “Meus pais não receberam muito bem a notícia, tiveram medo que tivesse que me mudar para longe”, explica. Mas ela diz que não tinha dúvidas de que esse era o seu caminho. “Na Canção Nova encontrei aquilo que buscava. Deus me criou para isso, não tenho dúvidas.”
Em um mundo onde o protagonismo juvenil parece ter morrido, a Igreja aposta no idealismo missionário da nova geração para crescer e conquistar.

fonte: http://www.jornalstylo.com.br/noticia.php?l=916b41ee49073c6517398d0b57a3b144

30/10/2011

Soberba

A soberba é o pior de todos os pecados. É o que levou os anjos maus a se rebelarem contra Deus, e levou Adão e Eva à desobediência e ao pecado original. Alguém disse que o orgulho é tão enraizado em nós, por causa do pecado original, que "só morre meia hora depois do dono".

Por outro lado, por ser o oposto da soberba, a humildade é grande virtude, e que mais caracterizou o próprio Jesus: "Manso e humilde de coração" (cf. MT 11,29) e também marcou a vida de Maria: "Serva do Senhor" (Lc 1, 38), José e todos os santos da Igreja.

São Vicente de Paulo ensinava seus filhos que o demônio não pode nada contra uma alma humilde, uma vez que sendo soberbo, não sabe se defender contra a humildade. Por isso, com esta arma ele foi vencido por Jesus, Maria, José, São Miguel e pelos santos. A soberba consiste na pessoa sentir-se como se fosse a “fonte” dos seus próprios bens materiais e espirituais. Acha-se cheia de si mesma e se esquece de que tudo vem de Deus e é dom do alto, como disse São Tiago: "Toda dádiva boa e todo dom perfeito vêm de cima: descem do Pai das luzes" (Tg 1,17).
O soberbo se esquece de que é uma simples criatura, que saiu do nada pelo amor e chamado de Deus, e que, portanto, d'Ele depende em tudo. Como disse Santa Catarina de Sena, ele [maligno] “rouba a glória de Deus”, pois quer para si os aplausos que pertencem só a Deus. São Paulo lembra aos coríntios que: "Nossa capacidade vem de Deus" (2 Cor 3,5). A soberba tem muitos filhos: orgulho, vaidade, vanglória, arrogância, prepotência, presunção, auto-suficiência, amor-próprio, exibicionismo, egocentrismo, egolatria, etc.

Podemos dizer que a soberba é a “cultura do ego”. Você já reparou quantas vezes por dia dizemos a palavra "eu"? "Eu vou"; "Eu acho"; "Eu penso que"...; "Mas eu prefiro"..., etc... A luta do cristão é para que essa “força” puxe-o para Deus e não para o ego. Jesus, nosso Modelo, disse: "Não busco a minha glória" (Jo 8,50). São Paulo insistia no mesmo ponto: “É porventura, o favor dos homens que eu procuro, ou o de Deus? Por acaso tenho interesse em agradar os homens? Se quisesse ainda agradar aos homens, não seria servo de Deus” (Gl 1,10).

Adão e Eva, sendo criaturas, quiseram “ser como deuses” (cf. Gen 3,5); Jesus, sendo Deus, fez-se criatura. Da manjedoura à cruz do Calvário, toda a vida de Jesus foi vivida na humildade e na humilhação. Por isso, Jesus afirmou que no Reino de Deus os últimos serão os primeiros e quem se exaltar será humilhado.

Ganância

O trabalho não é uma penalidade, mas colaboração
Após o pecado ter entrado na nossa história, Deus impôs ao homem “a lei severa e redentora do trabalho”, como disse Paulo VI. “Comerás o teu pão com o suor do teu rosto, até que voltes à terra de que foste tirado” (Gn 3,19).
A partir da tragédia do pecado original, o trabalho passou a ser um veículo redentor para o homem, além de ser o meio pelo qual ele é chamado a ser cooperador de Deus na obra da construção do mundo.
Michel Quoist disse que “o trabalho não é uma punição, mas uma honra que Deus concede aos homens. O Pai não quis acabar sozinho a criação, por isso convida sua criatura a colaborar com Ele”.
O Senhor derrama Sua graça sobre aquele que trabalha com diligência. Este caminha para a perfeição. Não foi sem razão que Confúcio disse certa vez: “Deus colocou o trabalho como sentinela da virtude”.
O trabalho traz para o homem uma misteriosa e agradável recompensa que ninguém e nada pode tirar. O trabalho sério imprime na própria matéria o espírito, e isto glorifica o Criador. Se com humildade oferecemos a Ele o nosso trabalho, este adquire um valor eterno. Assim, o temporal se transforma em eterno; e esta é a grande recompensa do trabalhador.
Esta reflexão nos deixa entrever todo o mal da preguiça. Nenhum bem valioso e nenhuma virtude autêntica podem ser conquistadas sem o trabalho diligente e paciente.
Lamentavelmente, criou-se também entre nós católicos a triste cultura de se “ganhar a vida na sorte”, recorrendo-se às “senas” milionárias, e às loterias alienantes. Esta não é a vontade de Deus para o homem sobre a terra. “Ganharás o teu pão com o suor do teu rosto”, “quem não quiser trabalhar, que não coma”, esta é a lei santa, severa e redentora do Senhor. Querer viver sem trabalho é como desejar a própria maldição nesta vida. Nos momentos mais críticos da vida é o trabalho a tábua da salvação para todos nós.
Facilmente percebemos quantos males sociais advém do ócio e da preguiça. Para compreender a sua gravidade ela é classificada como um “pecado capital”.
Temos de entender a dignidade e a importância do trabalho humano no plano de Deus. São Paulo disse aos tessalonicenses: “Procurai viver com serenidade, trabalhando com vossas mãos, como vo-lo temos recomendado. É assim que vivereis honrosamente em presença dos de fora e não sereis pesados a ninguém”. (1Ts 4,11-12)
É tão importante o trabalho para o homem que o Talmud dos judeus diz: “Nenhum trabalho, por mais humilde que seja, desonra o homem”. E ainda: “Não ensinar ao filho a trabalhar é como ensinar-lhe a roubar”. E uma máxima rabínica dizia que “o trabalho mais duro do mundo é não fazer nada”.
O nosso grande João XXIII, de inesquecível memória, o gigante do Vaticano II, disse certa vez: “O trabalho deve ser concebido e vivido como vocação e missão, como tributo à civilização humana”.
A maior parte da nossa vida transcorre no trabalho de cada dia; seja ele braçal ou mental, doméstico ou empresarial, profissional ou particular. E o trabalho foi colocado em nossa vida, por Deus, como um meio de santificação.
Para nos mostrar a importância fundamental do trabalho, Jesus trabalhou até os trinta anos naquela carpintaria humilde e santa de Nazaré. E para nos mostrar que todo trabalho é importante, Ele assumiu o trabalho mais humilde, o de carpinteiro, que era desprezado no seu tempo. São Bento de Núrcia tomou como lema da vida dos mosteiros “Ora et Labora!” (Reza e Trabalha!).
O nosso Catecismo ensina que:
“O trabalho não é uma penalidade, mas a colaboração do homem e da mulher com Deus no aperfeiçoamento da criação visível” (CIC, §378).
Falando da vida oculta de Jesus na família, quando de sua visita à Terra Santa, o Papa Paulo VI disse em Nazaré: “ (…) uma lição de trabalho. Nazaré, ó casa do “Filho do Carpinteiro”, é aqui que gostaríamos de compreender e celebrar a lei severa e redentora do trabalho humano (…)” (05/01/1964).
O Fundador do “Opus Dei”, o Beato Monsenhor Escrivá de Balaguer, dizia: “enquanto houver homens sobre a terra, por muito que se alterem as técnicas de produção, haverá sempre um trabalho humano que os homens poderão oferecer a Deus, que poderão santificar”.
São Paulo disse aos coríntios: “Quer comais ou bebais ou façais qualquer outra coisa, façais tudo para a glória de Deus” (1Cor 10,31). Se até o simples comer e beber devem dar glória a Deus, quanto mais o trabalho! Aos colossenses São Paulo explica mais claro ainda: “Tudo quanto fizerdes, por palavra ou por obra, fazei-o em nome do Senhor Jesus, dando por ele graças a Deus Pai” (Cl 3,17).
É preciso notar bem esse “tudo quanto fizerdes”; nada fica de fora, nada é profano na nossa vida. Tudo deve ser feito, sem preguiça e sem lamúria, “em nome do Senhor”, isto é,“Nele” e “por Ele” para dar graças ao Pai.
Um pouco adiante, o apóstolo insiste novamente: “Tudo o que fizerdes, fazei-o de bom coração, como para o Senhor e não para os homens. Sabeis que recebereis como recompensa a herança das mãos do Senhor. Servi ao Senhor Jesus Cristo” (Cl 3,23).
“Fazei-o de bom coração”, quer dizer, fazer com amor e não por interesse; e “como para o Senhor não para os homens.”
Aqui está o ponto mais importante. Tudo o que fazemos deve ser feito “para o Senhor”, sem preguiça e sem reclamação para não perdermos o mérito da boa ação. Não importa o que seja, se é grande ou pequeno, deve ser feito tendo o Senhor como “Patrão”. Se você é lavadeira, então lave cada camisa ou cada calça com todo o capricho, como se o próprio Jesus fosse vesti-las. Se você é professor, prepare bem a sua aula, ministre-a com capricho e sem preguiça, como se Jesus fosse um aluno que quer aprender.
Se você é um médico, atenda cada paciente sem preguiça e sem má vontade, como se o próprio Jesus fosse o doente.
“Sabeis que recebereis como recompensa a herança das mãos do Senhor.”
fonte: Prof. Felipe Aquino

Preguiça

O trabalho não é uma penalidade, mas colaboração
Após o pecado ter entrado na nossa história, Deus impôs ao homem “a lei severa e redentora do trabalho”, como disse Paulo VI. “Comerás o teu pão com o suor do teu rosto, até que voltes à terra de que foste tirado” (Gn 3,19).
A partir da tragédia do pecado original, o trabalho passou a ser um veículo redentor para o homem, além de ser o meio pelo qual ele é chamado a ser cooperador de Deus na obra da construção do mundo.
Michel Quoist disse que “o trabalho não é uma punição, mas uma honra que Deus concede aos homens. O Pai não quis acabar sozinho a criação, por isso convida sua criatura a colaborar com Ele”.
O Senhor derrama Sua graça sobre aquele que trabalha com diligência. Este caminha para a perfeição. Não foi sem razão que Confúcio disse certa vez: “Deus colocou o trabalho como sentinela da virtude”.
O trabalho traz para o homem uma misteriosa e agradável recompensa que ninguém e nada pode tirar. O trabalho sério imprime na própria matéria o espírito, e isto glorifica o Criador. Se com humildade oferecemos a Ele o nosso trabalho, este adquire um valor eterno. Assim, o temporal se transforma em eterno; e esta é a grande recompensa do trabalhador.
Esta reflexão nos deixa entrever todo o mal da preguiça. Nenhum bem valioso e nenhuma virtude autêntica podem ser conquistadas sem o trabalho diligente e paciente.
Lamentavelmente, criou-se também entre nós católicos a triste cultura de se “ganhar a vida na sorte”, recorrendo-se às “senas” milionárias, e às loterias alienantes. Esta não é a vontade de Deus para o homem sobre a terra. “Ganharás o teu pão com o suor do teu rosto”, “quem não quiser trabalhar, que não coma”, esta é a lei santa, severa e redentora do Senhor. Querer viver sem trabalho é como desejar a própria maldição nesta vida. Nos momentos mais críticos da vida é o trabalho a tábua da salvação para todos nós.
Facilmente percebemos quantos males sociais advém do ócio e da preguiça. Para compreender a sua gravidade ela é classificada como um “pecado capital”.
Temos de entender a dignidade e a importância do trabalho humano no plano de Deus. São Paulo disse aos tessalonicenses: “Procurai viver com serenidade, trabalhando com vossas mãos, como vo-lo temos recomendado. É assim que vivereis honrosamente em presença dos de fora e não sereis pesados a ninguém”. (1Ts 4,11-12)
É tão importante o trabalho para o homem que o Talmud dos judeus diz: “Nenhum trabalho, por mais humilde que seja, desonra o homem”. E ainda: “Não ensinar ao filho a trabalhar é como ensinar-lhe a roubar”. E uma máxima rabínica dizia que “o trabalho mais duro do mundo é não fazer nada”.
O nosso grande João XXIII, de inesquecível memória, o gigante do Vaticano II, disse certa vez: “O trabalho deve ser concebido e vivido como vocação e missão, como tributo à civilização humana”.
A maior parte da nossa vida transcorre no trabalho de cada dia; seja ele braçal ou mental, doméstico ou empresarial, profissional ou particular. E o trabalho foi colocado em nossa vida, por Deus, como um meio de santificação.
Para nos mostrar a importância fundamental do trabalho, Jesus trabalhou até os trinta anos naquela carpintaria humilde e santa de Nazaré. E para nos mostrar que todo trabalho é importante, Ele assumiu o trabalho mais humilde, o de carpinteiro, que era desprezado no seu tempo. São Bento de Núrcia tomou como lema da vida dos mosteiros “Ora et Labora!” (Reza e Trabalha!).
O nosso Catecismo ensina que:
“O trabalho não é uma penalidade, mas a colaboração do homem e da mulher com Deus no aperfeiçoamento da criação visível” (CIC, §378).
Falando da vida oculta de Jesus na família, quando de sua visita à Terra Santa, o Papa Paulo VI disse em Nazaré: “ (…) uma lição de trabalho. Nazaré, ó casa do “Filho do Carpinteiro”, é aqui que gostaríamos de compreender e celebrar a lei severa e redentora do trabalho humano (…)” (05/01/1964).
O Fundador do “Opus Dei”, o Beato Monsenhor Escrivá de Balaguer, dizia: “enquanto houver homens sobre a terra, por muito que se alterem as técnicas de produção, haverá sempre um trabalho humano que os homens poderão oferecer a Deus, que poderão santificar”.
São Paulo disse aos coríntios: “Quer comais ou bebais ou façais qualquer outra coisa, façais tudo para a glória de Deus” (1Cor 10,31). Se até o simples comer e beber devem dar glória a Deus, quanto mais o trabalho! Aos colossenses São Paulo explica mais claro ainda: “Tudo quanto fizerdes, por palavra ou por obra, fazei-o em nome do Senhor Jesus, dando por ele graças a Deus Pai” (Cl 3,17).
É preciso notar bem esse “tudo quanto fizerdes”; nada fica de fora, nada é profano na nossa vida. Tudo deve ser feito, sem preguiça e sem lamúria, “em nome do Senhor”, isto é,“Nele” e “por Ele” para dar graças ao Pai.
Um pouco adiante, o apóstolo insiste novamente: “Tudo o que fizerdes, fazei-o de bom coração, como para o Senhor e não para os homens. Sabeis que recebereis como recompensa a herança das mãos do Senhor. Servi ao Senhor Jesus Cristo” (Cl 3,23).
“Fazei-o de bom coração”, quer dizer, fazer com amor e não por interesse; e “como para o Senhor não para os homens.”
Aqui está o ponto mais importante. Tudo o que fazemos deve ser feito “para o Senhor”, sem preguiça e sem reclamação para não perdermos o mérito da boa ação. Não importa o que seja, se é grande ou pequeno, deve ser feito tendo o Senhor como “Patrão”. Se você é lavadeira, então lave cada camisa ou cada calça com todo o capricho, como se o próprio Jesus fosse vesti-las. Se você é professor, prepare bem a sua aula, ministre-a com capricho e sem preguiça, como se Jesus fosse um aluno que quer aprender.
Se você é um médico, atenda cada paciente sem preguiça e sem má vontade, como se o próprio Jesus fosse o doente.
Sabeis que recebereis como recompensa a herança das mãos do Senhor.”

fonte: blog Prof. Felipe Aquino

Luxúria

Fornicação é sexo fora do casamento
A gravidade do pecado da impureza, também chamado de luxúria, é que “mancha um membro de Cristo”. “Ora, vós sois o corpo de Cristo e cada um de sua parte, é um dos seus membros” (1Cor 12,27).
“Assim nós, embora sejamos muitos, formamos um só corpo em Cristo, e cada um de nós é membro um dos outros” (Rm 12,5).
Deus quis salvar a humanidade em corpo, formando o Corpo de Cristo, de modo a “restaurar todas as coisas em Cristo” (Ef 1,10).
Quando eu cometo um pecado de impureza, não sujo apenas a mim mesmo, mas também o Corpo de Cristo, do qual sou membro. É neste sentido que São Paulo alertava os fiéis de Corinto sobre a gravidade desse pecado: “Não sabeis que vossos corpos são membros de Cristo?” (1Cor 6,15). Note que o apóstolo enfatiza os “corpos”, isto é, a realidade do corpo místico de Cristo não é apenas espiritual, mas também corporal. Sem os nossos corpos não haveria a impureza.
“Tomarei, então, os membros de Cristo e os farei membros de uma prostituta? Ou não sabeis que o que se ajunta a uma prostituta se torna um só corpo com ela?” (1Cor 6,16). Está escrito: “Os dois serão uma só carne” (Gn 2,24).
Vemos que para o apóstolo entregar-se à prostituição é o mesmo que prostituir o corpo de Cristo. Esta é uma realidade religiosa da qual ainda não tomamos ciência plena, ou seja, toda vez que eu peco o meu pecado atinge todo o corpo de Cristo. Esta é uma das razões pela qual nos confessamos com o ministro da Igreja, para nos reconciliarmos com ela [Igreja], que foi manchada pela nossa falta.
O que levava São Paulo a pedir aos coríntios entre os quais havia este problema: “Fugi da fornicação. Qualquer outro pecado que o homem comete é fora do corpo, mas o impuro peca contra o seu próprio corpo” (1Cor 6,18).
Fornicação é sexo fora do casamento para não casados.
É preciso entender que nós não apenas “temos” um corpo, mas “somos” um corpo. Nossa identidade está ligada ao nosso corpo; ela é fixada pela nossa foto, impressão digital ou código genético (DNA). Portanto, o pecado da impureza agrava-se à medida que, mais do que nos outros casos, envolve toda a nossa pessoa, corpo e alma. E o apóstolo nos mostra que o Espírito Santo não habita apenas a nossa alma, mas também o nosso corpo; daí a gravidade da sua profanação.
“Ou não sabeis que o vosso corpo é templo do Espírito Santo que habita em vós, o qual recebestes de Deus, e que, por isso mesmo, já não vos pertenceis? Porque fostes comprados por um grande preço” (1Cor 6,19).
Como disse São Pedro: “não fomos resgatados a preço de bens perecíveis, prata e ouro, mas ‘pelo precioso sangue de Cristo’” (1Pd 1,18), para pertencermos a Deus, no corpo de Cristo. É importante notar que São Paulo ensina que devemos dar glória a Deus com o nosso corpo. Ele diz: “O corpo, porém, não é para a impureza, mas para o Senhor e o Senhor para o Corpo: Deus que ressuscitou o Senhor, também nos ressuscitará a nós pelo seu poder”. (1Cor 6,13).
“Glorificai, pois, a Deus no vosso corpo” (1Cor 6,20).
Nosso corpo está destinado a ressuscitar no último dia, glorioso como o corpo de Cristo ressuscitado. São Paulo diz aos filipenses sobre isto:
“Nós, porém, somos cidadãos dos céus. É de lá que ansiosamente esperamos o Salvador, o Senhor Jesus Cristo, que transformará nosso mísero corpo tornando-o semelhante ao seu corpo glorioso…” (Fl 3,20)
Nosso corpo glorificado dará glória a Deus para sempre, assim como os corpos de Jesus e Maria já estão no céu. Isto explica a importância do nosso corpo, que levava Paulo a dizer aos coríntios: “Se alguém destruir o templo de Deus, Deus o destruirá, porque o Seu templo é sagrado – e isto sois vós” (1Cor 3,16-17).
Quantas pessoas destruíram a si mesmas, porque destruíram os seus próprios corpos! O desrespeito ao corpo, seja pela impureza, pelos vícios ou imprudências compromete a integridade e a dignidade da pessoa toda que é templo de Deus.
Jesus foi intransigente com o pecado da impureza. No Sermão da Montanha, marco dos seus ensinamentos, Ele disse: “Todo aquele que lançar um olhar de cobiça para uma mulher, já adulterou com ela em seu coração” (Mt 5,27-28). Jesus quer assim destruir a impureza na sua raiz, isto é, no coração dos nossos pensamentos. “Porque é do coração que provém os maus pensamentos, os homicídios, os adultérios, as impurezas, os furtos, os falsos testemunhos, as calúnias” (Mt 15,19).
Para viver a pureza há, então, que estarmos em alerta o tempo todo, como recomendou o Senhor: “vigiai e orai para que não entreis em tentação. O espírito está pronto, mas a carne é fraca” (Mt 26,41).
Todos nós já pudemos comprovar como é fraca a nossa carne, a nossa natureza humana, enfraquecida pelo pecado original. Portanto, não nos resta outra alternativa para prevenir a queda, senão, vigiar e orar.
Nunca, como em nossos dias, foi tão grande o pecado de impureza. De forma acintosa, ele aparece nas músicas, nas TVs, nas revistas, jornais, filmes, cinemas, teatros etc. Estamos sendo invadidos por um verdadeiro mar de lama que traz a imoralidade para dentro dos nossos lares, sem respeitar nem mesmo crianças e velhos.
A exploração comercial do sexo atingiu níveis assustadores, colocando o ser humano, especialmente a mulher, no mais baixo nível de dignidade. Será que Deus pode ficar indiferente a uma situação desta? Será que a própria natureza humana pode deixar de reagir contra tanta bestialidade que hoje se pratica sob as câmeras de TVs? É difícil dizer não.
O ato sexual é a “liturgia” do amor conjugal, sua maior manifestação. No ápice da sua celebração, o filho é gerado como a verdadeira encarnação do amor dos pais; e por isso, a Igreja não aceita que o filho seja gerado sem a participação dos próprios pais, num ato sexual. Sem amor e compromisso, o sexo torna-se vazio, perigoso e banal. São Paulo ensinava aos coríntios: “A mulher não pode dispor do seu corpo: ele pertence ao seu marido. E também o marido não pode dispor do seu corpo: ele pertence à sua esposa” (1Cor 7,4).
Note que o apóstolo fala em “mulher e marido”, não em namorados, noivos ou amigados. O Catecismo diz que: “Os noivos são convidados a viver a castidade na continência. Nessa provação, eles verão uma descoberta do respeito mútuo, uma aprendizagem da fidelidade e da esperança de se receberem ambos da parte de Deus”. (§2350).
A união dos corpos só tem sentido quando existe a união prévia dos corações e das almas, de maneira sólida e permanente, como se dá no casamento. O Catecismo da Igreja nos ensina que a vida sexual é legítima e adequada aos esposos: “Os atos com os quais os cônjuges se unem, íntima e castamente, são honestos e dignos. Quando realizados de maneira verdadeiramente humana, testemunham e desenvolvem a mútua doação pela qual os esposos se enriquecem com o coração alegre e agradecido” (CIC, §2362; GS,49).
São terríveis as consequências da vida sexual antes ou fora do casamento: adolescentes grávidas, sem o mínimo preparo para serem mães; pais solteiros, filhos abandonados e “órfãos de pais vivos”, abortos, adultérios, destruição familiar, doenças venéreas, AIDS etc.
O sexo é belo, mas fora do plano de Deus é um desastre, explode como uma bomba atômica.

fonte: blog Prof. Felipe Aquino