28/03/2012

Problemas da Igreja na atualidade- Pe.Paulo Ricardo


Podemos usar tatuagens?

Sobre as tatuagens, a medicina não a recomenda, pelo fato de serem quase irreversíveis e prejudiciais no campo da saúde. No campo social note que são muito usadas, na sua maioria, por jovens ligados à música pesada, crime, violência, drogas, etc. Isto não parece bom. Muitas vezes são pactos , consagrações, que são celebradas até com as forças do mal e das trevas. Aí então, piorou. A Bíblia diz o seguinte:

Lv 21, 5 “Os sacerdotes não rasparão a cabeça, nem os lados de sua barba, e não farão incisões em sua carne.”Lv 19,28 “Não fareis incisões na vossa carne por um morto, nem fareis figura alguma no vosso corpo. Eu sou o Senhor.”
Dt 14, 1 “ Vós sois os filhos do Senhor, vosso Deus. Não vos fareis incisões, e não cortareis o cabelo pela frente em honra de um morto.”
As tatuagens têm sua origem no mundo das magias e do esoterismo. A magia é uma artimanha que pretende forçar poderes superiores ou a própria Divindade a agir segundo a intenção do mago, e só ele, conheceria os meios para tal. É claro que isto ofende a Deus.

A magia é uma caricatura da religião, pois coloca o homem (mago, bruxa, feiticeiro, necromante, cartomante, pagé, etc.) acima de Deus, que ele quer controlar com os seus encantamentos. Dizem serem capazes de “ler o futuro”, de “trazer a pessoa amada em 3 dias” ... mas, na verdade, usam de truques e ilusões para enganar e ludibriar aqueles que os procuram. A Bíblia condena tais “magias” e aqueles que a seguem (Lev 19,31 ; Lev 20,6; 1 Cor 10,20´22; Jer 1,16; Jer 16,10-13). Porém a tatuagem hoje em dia não é usada apenas por pessoas que querem fazer o mal ou que fazem parte de alguma seita diabólica, mas é usada também por pessoas desinformadas sobre as origens e sobre o que Cristo pensa sobre fazer tais figuras.

Devemos pensar assim:
“Se faz mal ao meu corpo ou prejudica a minha fé em Jesus Cristo, não irei usar!!”
A Tatuagem faz mal ao corpo e prejudica a fé em Jesus, pois vai contra aos ensinamentos, logo, o verdadeiro Cristão não pode fazer tais desenhos (não importa o tamanho ou o tipo) em seu corpo. O Piercing caminha do mesmo modo, pois é cancerígeno (já comprovado pela medicina só que pouco divulgado).

Contudo, todos são livres para guiar a sua vida do jeito que quiserem. Mas aqueles que, realmente, se dizem Cristãos, não podem se deixar levar pela luxúria e pelo modismo do mundo.

11/03/2012

10 MANDAMENTOS PARA A PAZ NA FAMÍLIA


A paz começa em casa

1. Tenha fé e viva a Palavra de Deus, amando o próximo como a si mesmo.

2. Ame-se, confie em si mesmo, em sua família e ajude a criar um ambiente de amor e paz ao seu redor.

3. Reserve momentos para brincar e se divertir com sua família, pois a criança aprende brincando e a diversão aproxima as pessoas.

4. Eduque seu filho através da conversa, do carinho e do apoio e tome cuidado: quem bate para ensinar está ensinando a bater.

5. Participe com sua família da vida da comunidade, evitando as más companhias e diversões que incentivam a violência.

6. Procure resolver os problemas com calma e aprenda com as situações difíceis, buscando em tudo o seu lado positivo.

7. Partilhe seus sentimentos com sinceridade, dizendo o que o que você pensa e ouvindo o que os outros têm para dizer.

8. Respeite as pessoas que pensam diferente de você, pois as diferenças são uma verdadeira riqueza para cada um e para o grupo.

9. Dê bons exemplos, pois a melhor palavra é o nosso jeito de ser.

10. Peça desculpas quando ofender alguém e perdoe de coração quando se sentir ofendido, pois o perdão é o maior gesto de amor que podemos demonstrar.



A VONTADE DE DEUS QUE NOS SANTIFICA


Os santos ensinam, com unanimidade, que o caminho da santidade é “fazer a vontade de Deus”. Isto nos santifica porque nos conforma com Jesus, o modelo da santidade, que, acima de tudo queria fazer a vontade de Deus em todo tempo.


A Encarnação foi a maneira que Jesus encontrou para, como Homem, fazer perfeitamente a vontade de Deus, que Adão não quis fazer, e assim anular o seu pecado.

A vontade de Deus nem sempre não coincide com a nossa. E aí está o primeiro passo para amar a Jesus: abdicar do que nós queremos, para fazer o que Ele quer. É o que São Paulo chamava de “a obediência da fé” (Rm 1,5), sem o quê é “impossível agradar a Deus” (Hb 11,6), já que o “justo vive pela fé” (Hab 2,4; Rm 1,17).

O profeta Isaías disse:

“Meus pensamentos não são os vossos, e vosso modo de agir não é o meu, diz o Senhor, mas tanto quanto o céu domina a terra, tanto é superior à vossa a minha conduta e meus pensamentos ultrapassam os vossos” (Is 55, 8-9).

A lógica de Deus é diferente da nossa porque Ele vê todas as coisas, perfeitamente, enquanto a nossa visão é míope e limitada. É como se olhássemos a vida como um belo tapete persa, só que pelo lado do avesso.

Não podemos duvidar de que a vontade de Deus para nós “seja a melhor possível”, mesmo que seja incompreensível no momento.

O que mais agrada a Deus é trocarmos, consciente e livremente, a nossa vontade pela d’Ele, porque Isto é prova de muita fé, concreta. Quando damos esse passo, Ele substitui a nossa miséria pelo seu poder. Portanto, é preciso a cada dia, a cada passo, em cada acontecimento da vida, fazer esse exercício contínuo de aceitar a vontade do Senhor, que sabe o que faz.

São Bernardo, doutor da Igreja (†1153) disse: “Se os homens fizessem guerra à vontade própria, ninguém se condenaria”. Este é o segredo para se abandonar aos desígnios de Deus: ele é Pai, ele nos ama, ele quer só o nosso bem, por mais adversas e incompreensíveis que sejam a situação que vivemos. Ele está no leme do barco da nossa vida. É preciso confiar!

Deus é o maquinista do trem da nossa vida, por isso não precisamos nos preocupar com a nossa sorte. O salmista diz: “Confia ao Senhor a tua sorte, espera Nele: Ele agirá” (Sl 36,5).

“Mas eu Senhor, em vós confio… meu destino está em vossas mãos” (Sl 30,15-16)

Santo Afonso de Ligório (†1787), doutor da Igreja, resumia tudo dizendo: “Fazer o que Deus quer, e querer o que Deus faz”.

São Paulo insistia nisso; dar graças a Deus em tudo é o que alegra ao Senhor, pois é o melhor testemunho de fé que lhe damos. Esta atitude consciente elimina a tristeza da nossa vida, arranca de nós o mau humor, a impaciência, a grosseria com os outros e a perigosa lamentação.

É nessa perspectiva que S. Paulo dizia: “Ficai sempre alegres, orai sem cessar. Por tudo dar graças” (1Tes 5,16).

Não seremos felizes de verdade e não teremos paz duradoura, sustentada, enquanto não nos rendermos à santa e perfeita vontade de Deus.

“Alegrai-vos sempre no Senhor! Repito: alegrai-vos!… O Senhor está próximo! Não vos inquieteis com nada; mas apresentai a Deus todas as vossas necessidades pela oração e pela súplica, em ação de graças. Então a paz de Deus, que excede toda a compreensão, guardará os vossos corações e pensamentos em Cristo Jesus” (Fil. 4, 4-7).

O santo vive na paz e na perene alegria, embora caminhando sobre brasas muitas vezes. São João Bosco dizia que “um santo triste é um triste santo”, e o seu discípulo, S. Domingos Sávio, dizia que a santidade consiste em “cumprir bem o próprio dever e ser alegre”.

São Paulo perguntava: “Se Deus é por nós, quem será contra nós?” (Rm 8,31). E o Apóstolo explicava a razão dessa esperança: “Aquele que não poupou o seu próprio Filho (…) como não nos dará com Ele todas as coisas“? (8,32).

É nessa mesma fé e esperança que o santo vive; a cada instante repetindo para si mesmo aquela palavra do Senhor: “Não vos preocupeis por vossa vida… Não vos aflijais, nem digais: Que comeremos? Que beberemos?… São os pagãos que se preocupam com tudo isso. Ora, vosso Pai celeste sabe que necessitais de tudo isso” (Mt 6,25-32).

Jesus ensina o que é essencial: “Buscai em primeiro lugar o Reino de Deus e a sua Justiça” (6,33), isto é, fazer a vontade de Deus.

Também conosco será assim; é nos momentos mais difíceis da vida, nas crises de toda espécie, que temos a oportunidade de fazer a vontade de Deus da melhor maneira; especialmente quando Deus nos pede beber o cálice da amargura. O que fazer? Correr, fugir?

A vontade do Pai deve ser perfeitamente realizada na terra como é no céu. Quando isto acontecer, então o Reino dos céus acontecerá na terra plenamente.

Na última Ceia Jesus disse a seus apóstolos: “Se me amais, guardareis os meus mandamentos” (Jo 14,15). Quem não luta para guardar os Mandamentos de Deus, não ama a Deus. É por amor a Jesus que devemos amar os Mandamentos e não pecar. Eles são o caminho da conduta moral que nos leva à perfeição querida por Deus.

Infelizmente, em nossos dias, os homens querem fazer a própria moral e não mais viver a moral que Deus nos deu. É o que nos tem dito o Papa Bento XVI, “a ditadura do relativismo”: cada um faz a moral e a doutrina que quer; como se Deus não existisse e não tivesse revelado suas leis; e quem não aceita esta “nova mentalidade”, é, então, taxado de retrógrado, obscurantista e atrasado. É uma verdadeira ditadura do homem contra Deus. É como se a verdade não existisse e o bem fosse igual ao mal.

Prof. Felipe Aquino


03/03/2012

A Igreja Católica e o mundo atual

Não é a primeira vez, nestes 20 séculos, que a Igreja Católica parece perder relevância, fiéis e atualidade na mensagem. Isso aconteceu na queda do Império Romano do Ocidente (476 d.C) e do Oriente (1453 d.c.), na invasão da Europa pelos mouros (711 d.C), na invasão dos povos bárbaros, na crise da Renascença, com o aparecimento dos diversos ramos do protestantismo (Lutero, Calvino, Zwinglio), no Iluminismo, nas Revoluções Francesa, Mexicana ou Espanhola, na perda dos Estados Pontifícios e mesmo durante a 21 Guerra. Voltaire tinha certeza de que acabaria com a religião católica e Nietzsche proclamava que Deus morrera.
Tem, porém, sempre ressurgido, com força maior e santos renovadores, como São Francisco de Assis, São Bernardo, Santo Inácio de Loyola, São José Maria Escrivã, mostrando a permanência de uma mensagem que não necessita de marketing, pois penetra no íntimo dos homens de boa vontade, dispostos a viver valores familiares, profissionais e sociais.
Mesmo a grande crítica que se fez à Idade Média não se sustenta, se tivermos presente que graças à Igreja Católica, criou-se o maior instrumento de cultura da civilização ocidental, que é a Universidade. Quase todas as ciências evoluíram a partir de cientistas sacerdotes, desde a astronomia à física, matemática ou genética.
O próprio processo de Inquisição – a história demonstra que o número de condenados, em séculos de Inquisição, foi muito menor do que os mortos em qualquer batalha sem expressão daquela época – permitiu a evolução do direito processual moderno, com a eliminação das ordálias, substituídas pelo contraditório. O certo é que a Igreja Católica tem conhecido um renascer fantástico, como as últimas jornadas da juventude em Madrid demonstraram.
Por outro lado, as figuras dos dois últimos Papas (João Paulo II e Bento XVI), quando se pensava que a Igreja Católica estaria desaparecendo, levaram e levam multidões, que acolhem com entusiasmo a figura de Sua Santidade por onde passa.
É bem verdade que vivemos período de múltiplos choques, que procurei retratar no meu livro A era das contradições. Hoje, o egoísmo e a autorrealização, alimentados por uma expansão da desfiguração familiar, do avanço das drogas, da corrupção e da falta de fidelidade, tanto na família quanto nos negócios, fizeram com que muitos se afastassem da religião católica, que não transige no que há de permanente em seus valores.
O homem tem, todavia, uma necessidade fantástica de Deus e, quando não busca o verdadeiro, elege outros deuses, como ocorreu com o nacional socialismo ou os deuses do cotidiano (dinheiro, sexo, poder, drogas etc.).
Tal choque entre o mundo das virtudes e o mundo do egocentrismo é algo que permanecerá até o fim dos séculos. Mas, como as estações se renovam, renova-se, de igual forma, a mensagem de Cristo, que se torna sempre nova, apesar de seus 2.000 anos. Essa é a razão pela qual, nada obstante as críticas e ataques que recebe de todos os lados, a nave da Igreja singra buscando os homens, não como uma empresa busca clientes, mas, desinteressadamente, para que encontrem um sentido de vida que Ihes dê a verdadeira dimensão da existência.

Por Ives Gandra da Silva Martins
Advogado tributarista, professor e jurista.

25/02/2012

Imagem na Igreja é idolatria?

Jesus,O bom pastor  (sec.IV)
Uma das maiores disputas entre católicos e evangélicos está, sem dúvida, na questão do uso das imagens na Igreja. A Igreja Católica defendeu o seu uso desde o princípio, e também as igrejas cristãs ortodoxas, ao contrário de certas novas comunidades, em terras brasileiras denominadas "evangélicas". Ocorre que, a partir de Lutero, as novas congregações cristãs passaram a encarar a questão como um insulto ao mandamento divino que proíbe a confecção de imagens: "Não terás outros deuses diante de mim. Não farás para ti imagem esculpida, nem figura alguma do que há em cima no céu nem em baixo na terra, nem nas águas debaixo da terra." (Êxodo, 20, 4-5)

Muitos pastores frequentemente atacam aos católicos, chamando-os de "idólatras", nome que na antiguidade era dado aos pagãos adoradores de ídolos, como se as imagens usadas nos templos católicos representassem ídolos; ou - ainda pior - dando a entender que a Igreja ensina a adorar essas imagens. Basta uma breve e simples averiguação para se constatar que nada disso corresponde à verdade: em primeiro lugar, as imagens que se encontram nas igrejas católicas não são "ídolos", isto é, não representam deuses estranhos (é a isso que o termo se refere). Segundo, a Igreja jamais ensinou a “adorar” essas imagens, mas sim que se tratam de representações artísticas, com função de homenagem à memória dos santos e anjos e do próprio Jesus Cristo. Muito simples.

Para começar a entender a questão, convém antes explicar o que é uma "imagem". Para cumprir o mandamento bíblico ao pé da letra, isto é, fora do seu contexto, e não usar imagem de modo algum, nós teríamos que derrubar todas as estátuas e monumentos das praças e museus; queimar as obras clássicas das galerias de arte; não poderíamos possuir qualquer objeto figurativo, nem algum livro com figuras ou deixar uma filha brincar de boneca; não se poderia fixar em parede alguma poster ou cartaz; não assistir TV (imagens em movimento) nem ter um porta-retratos, nem nada parecido com isso! Em última análise, o registro e porte de documentos oficiais estaria proibido, pois exigem fotografia, que se trata de um tipo de imagem gravada em papel...

Desde a origem da humanidade, já na época das cavernas, o homem sempre se utilizou de pinturas, desenhos e esculturas para dar a entender ou explicar suas idéias. Esses meios serviram e ainda servem para auxiliar a visualizar e compartilhar conceitos abstratos de uma mente para outra; isto é, para explicar o que não poderia ser definido em palavras. E sabemos que foi exatamente daí que surgiu a escrita. - Portanto, se não fosse pelo costume ancestral de se representar o mundo e a vida através de imagens, primeiramente gravadas na pedra, que depois se tornariam símbolos e sinais, nós não teríamos a escrita; - consequentemente, não teríamos a própria Bíblia Sagrada...

Para que se possa entender e observar qualquer proibição, regra ou preceito (seja ou não de cunho religioso), é preciso entender a quê se refere. - Neste caso específico, não é difícil entender, acima de qualquer dúvida, que a proibição do Antigo Testamento da Bíblia se refere, explicitamente, à adoração e não ao simples uso cultual: "Não terás outros deuses diante de mim..." - Claro que a proibição se refere às imagens dos deuses dos povos pagãos que rodeavam a terra de Israel naquela época, que tinham muitas vezes a forma de pássaros, répteis e outros animais terrestres, seres marinhos e outros (por isso a especificação 'nem do que há em cima no céu nem em baixo na terra, nem nas águas debaixo da terra'). A proibição se refere a um tipo específico de imagem (falsos deuses pagãos), para um uso específo (adoração ao falso deus na imagem), e não a todo e qualquer tipo de imagem, em toda e qualquer situação. Qualquer estudioso ou pesquisador, que possua o mínimo de conhecimento a respeito do contexto histórico do Antigo Testamento, isso é mais do que óbvio.

Mesmo nas igrejas protestantes mais antigas e tradicionais da Europa (berço do protestantismo) e dos Estados Unidos, é comum e frequente o uso de pinturas, crucifixos, vitrais, imagens de anjos e símbolos religiosos. Entretanto, algumas seitas cristãs derivadas do protestantismo original (que são fudamentalistas e adotam uma interpretação totalmente literal da Bíblia), que se proliferam especialmente nos países subdesenvolvidos da América Latina (destaque para o Brasil), insistem no ensino equivocado de que o texto bíblico proíbe irrestritamente o uso de todo e qualquer tipo de imagem no culto religioso. Como entender tal fenômeno? A análise do problema nos força a escolher entre uma de duas explicações:

a) Os líderes de tais seitas agem de má-fé. Infelizmente é fato histórico que as novas seitas heréticas, para se estabelecer e aumentar o número dos seus adeptos em países de maioria católica, sempre optoaram por desestabilizar a fé da população, utilizando-se, entre outras táticas, de artifícios caluniosos;

b) Ignorância. É bastante provável que ao menos uma parte dos "pastores" de algumas dessas seitas realmente acreditem no que ensinam. Nesse caso, fica evidente o seu total despreparo como líderes religiosos, pois demonstram completo desconhecimento do contexto histórico e filológico em que surgiram as leis do Antigo Testamento. Evidentemente, não basta ler a Bíblia: é preciso entender o que ela realmente diz. Exatamente por isso, Jesus Cristo deu autoridade aos seus Apóstolos. Se fosse para cada um ler os textos sagrados e interpretá-los do 'seu jeito', baseados apenas em sua inteligência e suas sensações, não haveria como não acontecer o que está acontecendo agora: milhares de "igrejas" que não param de surgir todos os dias, cada uma ensinando coisas diferentes... Tem até "bispo" defendendo o aborto(!!), quando toda a Bíblia ensina que somos formados e escolhidos por Deus "desde o ventre materno" (conf. Salmo 22, 10 / Jeremias 1, 5 / Jó 31, 15 / Salmo 139, 13) . Um absurdo teológico, entre muitos outros absurdos...

Muita gente também não sabe que a origem do uso das imagens cristãs remonta aos períodos primitivos do cristianismo. - Quando a maior parte dos membros da Igreja era composta por iletrados analfabetos, a compreensão das histórias bíblicas se fazia por meio de desenhos e esculturas. As primeiras comunidades cristãs já se identificavam com símbolos e imagens, como a cruz, o peixe, o cálice, o cordeiro e outros, e logo passaram a representar o Cristo como Bom Pastor. - Que no começo era a figura de um jovem sem barba, de cabelos frisados, carregando uma ovelha nos ombros. - Logo a seguir surgiram as representações do Cordeiro Pascal e os ícones (esculturas) alusivas aos acontecimentos da vida de Cristo.

A tradição do uso das imagens, portanto, vem dos primeiros cristãos, como um meio para dar a conhecer e transmitir a fé e o amor a Cristo e preservar a memória dos santos. Entre as muitas provas, estão as catacumbas dos primeiros cristãos - a maioria localizada em Roma - onde ainda se conservam imagens, como as de Santa Priscila, anteriores ao séc. III.


O fim da Igreja?

QUE VERGONHA...
Predizer e desejar a morte da mãe do outro, enquanto convidadamos esse outro a aceitar a nossa mãe como sua, é desvio de conduta. É desonesto. É esta a desonestidade que cometem os membros de uma "igreja" que existe há algumas décadas e conta com alguns milhares de fiéis, anunciando o fim da Igreja que tem dois mil anos de história e mais de 1 bilhão e duzentos milhões de fiéis. São estes que convidam os fiéis da Igreja Católica, que se eles querem ver morta, a migrar para a comunidade deles.

Desde o ano passado, corre pela Internet uma tal “profecia” que anuncia para breve o fim do catolicismo romano. Mais uma agressão que sofremos. Mesmo acreditando no legítimo ecumenismo, de vez em quando somos obrigados a ouvir tais barbaridades, como vimos falsos pregadores a chutar com desprezo nossas imagens sagradas, e aturar gente que entra em nossos santuários para quebrar os nossos símbolos.

A cantora "evangélica" Ana Paula Valadão, da denominação "igreja da Lagoinha", num show em Salvador (BA), profetizou o fim da Igreja Católica Apostólica Romana. Em determinado momento da sua apresentação, a cantora, usando uma passagem bíblica totalmente fora de contexto, repetia diversas vezes a palavra "tambores", como num transe, ao mesmo tempo em que a bateria acelerava a batucada. Momentos depois, as palavras de ordem dela eram: “Receba o tambor, receba o tambor…É a ruína dos falsos deuses, é a ruína do povo idólatra”...

A seguir, pediu à banda que tocasse os tambores em ritmo baiano, e as bailarinas dançaram se debatendo, algumas pelo chão. - Muitos internautas compararam a apresentação às manifestações da macumba. - A cantora parecia fora de si, e de um lado para o outro do palco soltou as palavras, “(Aqui em Salvador) Aonde a idolatria chegou, aonde chegou o culto aos deuses, aonde entrou a influência de toda mariolatria no nosso Brasil, desde as primeiras missas efetuadas em solo brasileiro …o Senhor fará tocar novos tambores nesta nação”, proclamou. Quem tiver estômago forte, pode assistir ao vídeo aqui.

Ana Paula Valadão pertence à uma das seitas ditas "evangélicas" que associam a devoção à Virgem Maria com idolatria, e não demonstram o menor respeito para com a religião da maioria dos brasileiros. A artista afirma que fala em nome de Deus e proclama a suposta "profecia" da queda da religião que, para ela, trouxe a idolatria ao nosso país: a Igreja Católica. Querer falar em nome do Criador é algo muito sério, e nos lembra dos falsos profetas citados na Bíblia.

Toda a doutrina, e toda a vida e obra de Nosso Senhor Jesus Cristo estão fundamentados no Amor, o que nos leva responder à cantora imbuídos de Caridade, e não de outros sentimentos. Portanto, não levaremos em consideração aqui as manjadas acusações de idolatria Predizer e desejar a morte da mãe do outro, enquanto convidadamos esse outro a aceitar a nossa mãe como sua, é desvio de conduta. É desonesto. É esta a desonestidade que cometem os membros de uma "igreja" que existe há algumas décadas e conta com alguns milhares de fiéis, anunciando o fim da Igreja que tem dois mil anos de história e mais de 1 bilhão e duzentos milhões de fiéis. São estes que convidam os fiéis da Igreja Católica, que se eles querem ver morta, a migrar para a comunidade deles.

Desde o ano passado, corre pela Internet uma tal “profecia” que anuncia para breve o fim do catolicismo romano. Mais uma agressão que sofremos. Mesmo acreditando no legítimo ecumenismo, de vez em quando somos obrigados a ouvir tais barbaridades, como vimos falsos pregadores a chutar com desprezo nossas imagens sagradas, e aturar gente que entra em nossos santuários para quebrar os nossos símbolos.

A cantora "evangélica" Ana Paula Valadão, da denominação "igreja da Lagoinha", num show em Salvador (BA), profetizou o fim da Igreja Católica Apostólica Romana. Em determinado momento da sua apresentação, a cantora, usando uma passagem bíblica totalmente fora de contexto, repetia diversas vezes a palavra "tambores", como num transe, ao mesmo tempo em que a bateria acelerava a batucada. Momentos depois, as palavras de ordem dela eram: “Receba o tambor, receba o tambor…É a ruína dos falsos deuses, é a ruína do povo idólatra”...

A seguir, pediu à banda que tocasse os tambores em ritmo baiano, e as bailarinas dançaram se debatendo, algumas pelo chão. - Muitos internautas compararam a apresentação às manifestações da macumba. - A cantora parecia fora de si, e de um lado para o outro do palco soltou as palavras, “(Aqui em Salvador) Aonde a idolatria chegou, aonde chegou o culto aos deuses, aonde entrou a influência de toda mariolatria no nosso Brasil, desde as primeiras missas efetuadas em solo brasileiro …o Senhor fará tocar novos tambores nesta nação”, proclamou. Quem tiver estômago forte, pode assistir ao vídeo aqui.

Ana Paula Valadão pertence à uma das seitas ditas "evangélicas" que associam a devoção à Virgem Maria com idolatria, e não demonstram o menor respeito para com a religião da maioria dos brasileiros. A artista afirma que fala em nome de Deus e proclama a suposta "profecia" da queda da religião que, para ela, trouxe a idolatria ao nosso país: a Igreja Católica. Querer falar em nome do Criador é algo muito sério, e nos lembra dos falsos profetas citados na Bíblia.

Toda a doutrina, e toda a vida e obra de Nosso Senhor Jesus Cristo estão fundamentados no Amor, o que nos leva responder à cantora imbuídos de Caridade, e não de outros sentimentos. Portanto, não levaremos em consideração aqui as manjadas acusações de idolatria Predizer e desejar a morte da mãe do outro, enquanto convidadamos esse outro a aceitar a nossa mãe como sua, é desvio de conduta. É desonesto. É esta a desonestidade que cometem os membros de uma "igreja" que existe há algumas décadas e conta com alguns milhares de fiéis, anunciando o fim da Igreja que tem dois mil anos de história e mais de 1 bilhão e duzentos milhões de fiéis. São estes que convidam os fiéis da Igreja Católica, que se eles querem ver morta, a migrar para a comunidade deles.

Desde o ano passado, corre pela Internet uma tal “profecia” que anuncia para breve o fim do catolicismo romano. Mais uma agressão que sofremos. Mesmo acreditando no legítimo ecumenismo, de vez em quando somos obrigados a ouvir tais barbaridades, como vimos falsos pregadores a chutar com desprezo nossas imagens sagradas, e aturar gente que entra em nossos santuários para quebrar os nossos símbolos.

A cantora "evangélica" Ana Paula Valadão, da denominação "igreja da Lagoinha", num show em Salvador (BA), profetizou o fim da Igreja Católica Apostólica Romana. Em determinado momento da sua apresentação, a cantora, usando uma passagem bíblica totalmente fora de contexto, repetia diversas vezes a palavra "tambores", como num transe, ao mesmo tempo em que a bateria acelerava a batucada. Momentos depois, as palavras de ordem dela eram: “Receba o tambor, receba o tambor…É a ruína dos falsos deuses, é a ruína do povo idólatra”...

A seguir, pediu à banda que tocasse os tambores em ritmo baiano, e as bailarinas dançaram se debatendo, algumas pelo chão. - Muitos internautas compararam a apresentação às manifestações da macumba. - A cantora parecia fora de si, e de um lado para o outro do palco soltou as palavras, “(Aqui em Salvador) Aonde a idolatria chegou, aonde chegou o culto aos deuses, aonde entrou a influência de toda mariolatria no nosso Brasil, desde as primeiras missas efetuadas em solo brasileiro …o Senhor fará tocar novos tambores nesta nação”, proclamou. Quem tiver estômago forte, pode assistir ao vídeo aqui.

Ana Paula Valadão pertence à uma das seitas ditas "evangélicas" que associam a devoção à Virgem Maria com idolatria, e não demonstram o menor respeito para com a religião da maioria dos brasileiros. A artista afirma que fala em nome de Deus e proclama a suposta "profecia" da queda da religião que, para ela, trouxe a idolatria ao nosso país: a Igreja Católica. Querer falar em nome do Criador é algo muito sério, e nos lembra dos falsos profetas citados na Bíblia.

Toda a doutrina, e toda a vida e obra de Nosso Senhor Jesus Cristo estão fundamentados no Amor, o que nos leva responder à cantora imbuídos de Caridade, e não de outros sentimentos. Portanto, não levaremos em consideração aqui as manjadas acusações de idolatria  e nos atemos a comentar as palavras ditas: “…A Igreja Católica Apostólica Romana do Brasil será invadida por uma onda de conversão… Haverá entre os padres, entre os seminaristas um espírito de ousadia para tomarem posição diante do Senhor”, como falou ela.
    De fato uma onda de Graça e de conversão invade a Igreja Católica desde o seu início, quando foi fundada por Jesus Cristo e confiada aos cuidados de Pedro (conf. Mt 16, 18 - Jo 21, 15) e à Sucessão Apostólica. Diferente dos "evangélicos", pregamos que precisamos de conversão continuamente e não ostentamos o título de "salvos" por vanglória e presunção, mas como dom de Deus por Cristo na Cruz, o que não é resultado de voluntarismo humano. Para nós não basta ir diante de uma assembleia e dizer "aceito Jesus" para ser salvo. É preciso uma conversão de alma interna, profunda e autêntica, que se reflete na vida e nas obras da pessoa, e não somente da boca para fora.

Como católicos, não possuímos rancor contra nossos irmãos "evangélicos". Apenas esperamos, e exigimos, respeito, assim como respeitamos o livre direito de cada um escolher em que acreditar. Porém, lembramos que toda a história do nosso país está identificada com a religião católica. Segundo estimativas oficiais, entre 73,8 e 84,5 por cento dos brasileiros se declaram católicos. A grande maioria das instituições sociais mais fundamentais do nosso país foram fundadas e são mantidas por instituições católicas. , São incontáveis os hospitais, creches, escolas, universidades, entidades de caridade e obras assistenciais que a Igreja iniciou e mantém, sem falar na construção da nossa sociedade, desde o início: a participação cívica em todas as frentes, como no Direito, com a humanização das leis, a contribuição essencial para a transformação dos nossos problemas sociais em problema público. A Igreja Católica Progressista organizou e influenciou as práticas, as ideias e os objetivos da sociedade civil brasileira: só como exemplo, recentemente, a ação da Igreja Católica foi indispensável para a aprovação da Lei Ficha Limpa, pois contribuímos desde comunidades até paróquias e dioceses, o que em números significa 90% da contribuição total para a aprovação do projeto, dados que muito nos orgulham. - Tudo o que pedimos é o mínimo: respeito.
A "profetiza" que anunciou o fim dos católicos foi histericamente aplaudida. Mas na verdade ela apenas repete o que milhares de falsos pregadores antes dela já fizeram, e vêm fazendo nestes dois mil anos de história da Igreja de Jesus Cristo, seja por razões ideológicas, religiosas ou políticas. Mas o catolicismo não acabou e nem acabará até o fim dos tempos, é esta a promessa de Cristo Jesus. E os corpos dos milhares de "profetas" que anunciaram o nosso fim, se ainda existem, estão em seus túmulos na companhia do filósofo Voltaire, que também queria o fim do catolicismo. O fim de todos eles sempre vêm antes.

A postura católica
Nós, católicos de hoje, somos aconselhados a não desejar o fim das outras religiões. Encíclicas como a “Ut Unum Sint” de João Paulo II, deixam claro que agressões e ofensas como as do tempo da reforma e da contrareforma ficaram para trás. Os textos daquele tempo vazavam ódio, são tristes de se ler. Como continua triste ver e ouvir algumas pregações que garantem que a primeira Igreja de Jesus Cristo será arrasada.

Aos católicos não é permitido falar dessa forma. Sacerdote católico que falasse do jeito daquela "pastora", no mínimo seria chamado às falas por seu bispo. Não é por aí que se evangeliza. Alguém diga isso à tal "profetiza".