29/09/2010

Você sabe quando??


   É de crer que, se os cristãos conhecessem melhor a história das denominações protestantes, não adeririam tão facilmente a elas ou as deixariam sem demora, porque perceberiam que são obras de homens que se opõem à intenção de Jesus Cristo; principalmente os católicos não se tornariam protestantes, pois, assim procedendo, abandonam a única Igreja fundada por Jesus Cristo para aderir a comunidades fundadas por homens, quinze ou mais séculos após Jesus.
Será a mesma coisa seguir Jesus Cristo e seguir um "profeta" do século XVI ou XVII?
Precisamos, para facilitar aos cristãos a tomada de consciência do hiato histórico que intercede entre Jesus Cristo e as denominações protestantes, publicar a tabela seguinte:
Denominação Fundador Data Local
Católica Jesus Cristo 30 Palestina
Luterana Martinho Lutero 1517 Alemanha
Episcopal (Anglicana) Rei Henrique VIII 1534 Inglaterra
Reformada (Calvinista) João Calvino 1541 Suiça
Menonita Meano Simons 1550 Holanda
Presbiteriana John Knox 1567 Escócia
Congregacional Robert Browee 1580 Inglaterra
Batista John Smith 1604 Holanda
Quacker John Fox 1649 EUA
Metodista John Wesley 1739 Inglaterra
Mórmon Joseph Smith 1830 EUA
Adventista Willian Miller 1831 EUA
Exército da Salvação Willian / Catarina Booth 1885 Inglaterra
Ciência Cristã Mary Backer 1675 EUA
Pentecostais Charles Parham e discípulos 1900 EUA
Testemunhas de Jeová Charles Taze Russell 1916 EUA
Amigos do Homem Alexandre Freytag 1920 Suiça
Universal do Reino de Deus Edir Macedo Bezerra 1977 Brasil  

Observações

1. A tabela, ainda que não seja exaustiva, mostra como as denominações protestantes que hoje em dia fazem adeptos no Brasil, estão distantes de Jesus Cristo na linha da história. Antes do século XVI não se falava de Confissão Luterana; antes do século XX não se falava de Assembléia de Deus, Comunidade "Nova Vida", Igreja Socorrista", etc. Não foi Jesus Cristo quem deu origem a tais organizações, mas foram pastores humanos, dos quais alguns disseram ter recebido revelações mais recentes do que as de Jesus Cristo; tal é o caso de Joseph Smith (Mórmons), Charles Taze Russell e Rutherford (Testemunhas de Jeová), Alexandre Freytag (Amigos do Homem)... Quanto mais recente é a denominação protestante, mais tende a trocar o Novo Testamento pelo Antigo, chamando Deus pelo nome de Jeová, negando a Divindade de Cristo e a SS. Trindade, observando o sábado em lugar do domingo, etc.

2. Na raiz de todo este esfacelamento do Cristianismo está o princípio, estipulado por Lutero, segundo o qual a Bíblia deve ser interpretada por cada leitor em "livre exame"; o que quer dizer: cada qual sente e entende a Bíblia como bem lhe pareça; em conseqüência, tira as conclusões que julga adequadas, sem orientação da Igreja. É compreensível que tal princípio, coerentemente aplicado, tenha levado e leve o Protestantismo a se autodestruir cada vez mais, dividindo-se e subdividindo-se em comunidades, das quais as posteriores pretendem sempre reformar as anteriores e são reformadas pelas subseqüentes. Os membros de tais comunidades reformadas seguem tão somente o alvitre subjetivo e imaginoso de um "profeta", e não mais a Palavra de Jesus Cristo como tal. Este fundou uma só Igreja, que Ele confiou a Pedro, dando-lhe garantia de sua assistência infalível até a consumação dos séculos.

3. Talvez, porém, alguém objete que a Igreja fundada por Cristo não tem suas falhas e não necessita de purificação e renovação? É certo que, onde existem seres humanos (e na Igreja eles existem), existe a fragilidade; esta, sem dúvida, exige purificação. Todavia a purificação da Igreja há de se fazer sem ruptura com o passado, sem perda de contato com a linhagem apostólica e a fonte "Jesus Cristo". Qualquer quebra nessa linha é mortal, pois faz da nova comunidade uma obra meramente humana, separada do seu manancial autêntico; a tal comunidade já não se aplica a Palavra, de Cristo, em Mt 28,18-20: "Estou convosco todos os dias até a consumação dos séculos". A própria Igreja de Cristo, a Igreja Católica, sabe tirar do bojo da sua vitalidade o remédio aos males morais que acometem seus filhos; a Igreja é a Mãe solícita de curar as chagas que os seus filhos lhe infligem à revelia da própria Mãe. Na verdade, o católico peca, porque se afasta dos ensinamentos e da vida da Igreja.

4. Aliás, a razão pela qual não se pode conceber Reforma da Igreja fundada por Cristo (mas apenas reformas em setores disciplinares da mesma), é o próprio conceito de Igreja. Esta não é uma República (como afirmavam reformadores do século XVI), nem é uma sociedade meramente humana, mas é o sacramento que continua o mistério da Encarnação; é Jesus Cristo prolongado em seu corpo através dos séculos - o que significa que, por debaixo da veste humana e defectível que os homens dão à Igreja, existe o próprio Cristo presente com sua autoridade, e indefectibilidade; esta presença atuante de Cristo garante a todos quantos se chegam a Ele na Igreja, a santificação e a vida eterna; é Ele quem batiza, é Ele quem consagra o pão e o vinho, é Ele quem absolve os pecados. Consciente dessa presença indefectível de Cristo na Igreja, podia São Paulo dizer que "Cristo amou a Igreja e se entregou por ela... para apresentar a si mesmo a Igreja gloriosa sem manchas nem rugas ou coisa semelhante, mas santa e irrepreensível" (Ef 5,25-27). Com efeito, a Igreja é santa não por causa da oscilante santidade dos homens que a integram, mas por causa da presença do Santo de Deus ou de Cristo que nela se encontra. Por isso não toca a homem algum refazer a Igreja ou recomeçá-la, mas compete-lhe apenas zelar para que a face externa da Esposa de Cristo seja purificada das falhas que os homens lhe impõem.
Refletindo sobre estas verdades, os fiéis católicos hão de se recordar das palavras do Apóstolo São Paulo, que hoje parecem mais oportunas ainda do que nos tempos da Igreja nascente:

"Rogo-vos, irmãos, que estejais alertas contra os que causam divisões e escândalos contrários à doutrina que aprendestes; afastai-vos deles" (Rm 16,17).
"Alcancemos todos nós a unidade da fé e do pleno conhecimento do Filho de Deus, o estado de Homem Perfeito, a medida da estatura da plenitude de Cristo. Assim não seremos mais crianças, joguetes das ondas, agitados por todo vento de doutrina, presos pela artimanha dos homens e da sua astúcia, que nos induz em erro" (Ef 4,13s)

Fonte:site veritatis splendor

19/09/2010

CNBB: Máquinas de preservativos favorecerão difusão da Aids

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) encara com preocupação o projeto que prevê a instalação de máquinas de camisinhas em escolas de Ensino Médio da rede pública. Na interpretação da entidade, a iniciativa pode alavancar o número de soropositivos no Brasil. O assessor nacional da Comissão para a Vida e a Família da CNBB, padre Luiz Antonio Bento, explica o raciocínio:


- Ao colocar as máquinas nas escolas, é realizada a promoção do preservativo, o que, do ponto de vista da moral católica, pode favorecer, indiretamente, o desenvolvimento da epidemia da Aids. Não somente os preservativos são incapazes de assegurar uma proteção total contra a infecção pelo HIV, como também a sua promoção pode favorecer a difusão da infecção porque incita a promiscuidade sexual.

Na visão do padre Bento, as campanhas de combate à doença pautadas no íncentivo do uso da camisinha têm se mostrado ineficientes.

- Não obstante toda a promoção do preservativo que nós temos acompanhado, a Aids, infelizmente, está se alastrando não só no continente africano, como também no Brasil. Parece-me que os números não têm diminuído, mesmo com toda essa promoção. Não é surpreendente se, apesar do aparente êxito inicial de tais políticas, o HIV continuar fazendo sua estrada. O que deveria acontecer, segundo o ensinamento da Igreja, é uma promoção do verdadeiro sentido da sexualidade. O preservativo assume um caráter imoral, indigno da sexualidade, e esta é a razão pela qual não apoiamos o projeto.

O representante da CNBB defende uma discussão ampla sobre o tema, envolvendo a sociedade:

- O governo não pode implantar um projeto dessa natureza sem dialogar. Os pais devem escolher o tipo de educação que querem dar aos filhos. Sinceramente, as máquinas serão colocadas nas escolas se os pais permitirem. Eles têm o direito de dizer que não aceitam esse tipo de educação. A CNBB se empenha em apoiar e desenvolver campanhas educativas. Formativas e informativas, visando ampliar os conhecimentos da população, especialmente dos jovens e dos adolescentes, para que tenham um estilo de vida saudável, comportamento pautado nos valores humanos cristãos.

Para padre Bento, "não basta simplesmente distribuir preservativos nas escolas ou em qualquer outro lugar que seja, como se o povo tivesse que engolir as camisinhas goela abaixo".

- É preciso oferecer formação baseada em valores, ministrar educação sexual coerente, ensinar a responsabilidade diante do sexo e não tomar atitudes de incentivo à promiscuidade. Depois, nós choramos, brigamos porque existe a violência sexual infantil. O governo está pegando um caminho fácil. É muito menos dispendioso para ele promover esses instrumentos do que promover uma verdadeira cultura da sexualidade, educar verdadeiramente para o sentido do amor e da sexualidade. Este é um caminho que gasta tempo, tem que preparar pessoas.

Projeto piloto

Desenvolvido pelo Programa Nacional de DST e Aids, o projeto de instalação de máquinas de camisinhas em escolas da rede pública começou a ser desenhado em 2006.

A expectativa é que saia do papel no próximo ano, quando 40 máquinas serão instaladas em colégios de João Pessoa, Florianópolis e Brasília - as duas primeiras capitais venceram concurso nacional para a criação dos equipamentos dispensadores de preservativos.

Conforme a assessoria de comunicação do Departamento de DST/AIDS e Hepatites Virais, a principal motivação da iniciatica é frear o avanço dos casos de infecção por HIV entre adolescentes.

Segundo o órgão, no Brasil, há 2,2 casos notificados de Aids a cada 100 mil habitantes, entre adolescentes de 13 a 19 anos, do sexo masculino. O índice aumenta, quando considerada a população feminina na mesma faixa etária: são 2,8 casos a cada 100 mil habitantes. Os dados são referentes ao ano de 2008, ocasião em que foi realizado o último boletim epidemiológico.

fonte:terra.com escrito por Ana Cláudia Barros

15/09/2010

Aos católicos do Brasil


O tempo urge!


Aproximam-se as eleições, através das quais indicaremos nossos governantes (o Presidente da República e os Governadores dos Estados) e nossos representantes para o Congresso Nacional (Senado e Câmara de Deputados).

Vivemos tempos dramáticos.

Entre tantos candidatos e candidatas, de forma democrática, apresentam-se aqueles e aquelas que se propõem a defender valores e pseudo-direitos que contrariam as tradições mais enraizadas do nosso povo, que aprendeu do Evangelho pregado pela Igreja o respeito à vida e às leis de Deus.

Princípios absolutamente contrários à nossa tradição de cristãos são apresentados como “direitos”: entre tantos outros, o direito de matar através do aborto, eufemisticamente chamado de “direito de interromper a gravidez”; o direito de ter reconhecida pela sociedade civil a união estável entre pessoas do mesmo sexo, e tantos mais.

Nós, católicos, constituímos a maioria da população brasileira. E como tal, temos um direito inalienável: o de manifestar nossa opinião contrária, através do voto democrático, a tudo aquilo que contrarie os valores e princípios fundamentais de nossa fé, bem como aqueles que se propõem a destruir as bases da sociedade, como por exemplo, a família.

Talvez, nunca como neste momento histórico, foi tão necessário unir a fé à vida, demonstrar a coerência de nossas opções políticas com a fé que ilumina nossa vida!

Vivemos tempos de confusão. Alguns partidos, com clareza meridiana, apresentam em seus programas princípios contrários à nossa fé. Portanto, coerentemente, seus candidatos e candidatas não podem receber nossos votos.

Outros partidos não são claros em relação a isto, e assim, será necessário saber, responsavelmente, o que pensam e propõem seus candidatos em relação a estes temas. Ou seja, há um trabalho árduo pela frente. Como católicos integrados à sociedade civil, somos responsáveis em escolher aqueles e aquelas que possam de verdade nos representar, seja apresentando e votando projetos de leis que expressem nossas opiniões e valores, seja governando nosso país e nossos estados com decência e dignidade, promovendo a vida em todos os seus aspectos.

Este trabalho árduo deve ser acompanhado muito especialmente, neste momento, pela nossa oração, suplicando ao Deus da Vida que nos ilumine em nossas escolhas.

Muito especialmente, confiemos à intercessão materna de Nossa Senhora Aparecida, Rainha e Padroeira do Brasil, o nosso País e seu destino. É hora de rezar pelo Brasil, para fazermos bem nossas escolhas. Deus nos abençoe a todos, e nos faça votar com responsabilidade e coerência.

Dom Antonio Carlos Rossi Keller
Bispo de Frederico Westphalen (RS)

Médico abortista sonhou com crianças que tinha matado, se converteu ao catolicismo e luta pela vida

O diário espanhol “La Razón” reproduziu em entrevista a conversão do médico sérvio Stojan Adasevic, tido como “campeão do aborto”.


Ele praticou 48.000 abortos, às vezes 35 por dia, em 26 anos de carreira.

Adasevic foi formado na escola socialista que oprimiu a Servia durante décadas, e que é caracterizada pelo materialismo e a amoralidade.

Ele contou ter sonhado com um belo campo cheio de crianças que brincavam, mas que fugiam quando ele se aproximava.

No sonho, um frade dominicano que se identificou como São Tomás de Aquino lhe explicou: “esses são os que o Sr assassinou nos seus abortos”.

Adasevic acordou, foi ao hospital e disse que não faria mais abortos.

A represália foi imediata: perdeu a metade do ordenado, foi impedido de pisar a Universidade e a filha foi posta na rua.

Agora ele é um líder da causa provida no seu país e se dedica a estudar a doutrina de São Tomás, especialmente a respeito do início da vida.

O fato de crianças aparecerem em sonho a mulheres, médicos ou enfermeiras que fizeram abortos não é tão raro assim e tem abalador efeito.

Fonte: Blog Valores inegociáveis

Cardeal de Colônia exige que hospital não pratique o aborto

A notícia vem da cidade alemã de Colônia, a capital econômica, cultural e histórica do Estado da Renânia do Norte-Vestfália. A venda do Hospital Santa Brígida, da cidade de Simmerath, foi suspensa porque os interessados na compra não aceitaram a exigência contratual do Cardeal de Colônia, Dom Joachim Meisner, de que no hospital não fosse permitido fazer abortos.


Por este motivo o hospital, que pertence à Ordem de Malta, não será transferido para o serviço médico da rede pública da Região de Aachen, onde está localizado.

“Um hospital católico está sempre ao serviço da vida", afirmou Christoph Heckeley, porta-voz do Arcebispado de Colônia. Este foi o argumento central do Cardeal Meisner, para quem a vida é um valor não negociável. Inclusive o tema da eutanásia está incluído no conceito, declara o Heckeley, para quem “graças a Deus, este assunto não tem lugar neste Estado”.

O Hospital Santa Brígida foi fundado em 1909 e desde 1997 está nas mãos da Ordem de Malta, que precisa da autorização do Cardeal de Colônia para fechar a transferência para as mãos do Estado. O Conselho da Ordem de Malta seguiu a opinião do Cardeal e informou que seria preferível cancelar a transferência do que permitir a prática do aborto. Em função do impasse, aumentam as pressões da parte de políticos para que o Purpurado altere a sua posição.

A conduta coerente da Ordem de Malta e do Cardeal Meisner com os princípios católicos – e particularmente em defesa da vida – deveria ser aplaudida. E servir de exemplo nos países que vão aceitando leis e programas de governos que eliminam vidas humanas em nome de eufemismos como “direitos humanos, direito da mulher e saúde pública”.

(Atilio Faoro> site http://www.fundadores.org.br/)

Livro a favor do aborto ns PUC-SP

É incrivel, inacreditável e ofensivo, mas é verdade, um prof. da Pontifícia Universidade CATÓLICA de São Paulo vai lançar um livro apoiando a descriminalização do aborto. Incoerencia e traição a Cristo. Os verdadeiros católicos, fiéis ao Papa e ao Magistério da Igreja precisam se manifestar contra isso.


Contra o lançamento de livro pró-aborto na PUC - Assine a súplica ao cardeal Scherer

http://www.fundadores.org.br/AbortoNao/principal.asp?IdTexto=1263&pag=1&categ=1

14/09/2010